Usina de Letras
                                                                         
Usina de Letras
66 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 

Artigos ( 59136 )

Cartas ( 21236)

Contos (13105)

Cordel (10292)

Crônicas (22196)

Discursos (3164)

Ensaios - (9439)

Erótico (13481)

Frases (46521)

Humor (19282)

Infantil (4461)

Infanto Juvenil (3729)

Letras de Música (5479)

Peça de Teatro (1337)

Poesias (138240)

Redação (3054)

Roteiro de Filme ou Novela (1060)

Teses / Monologos (2427)

Textos Jurídicos (1945)

Textos Religiosos/Sermões (5525)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->Preâmbulo -- 15/09/2017 - 23:48 (Georgina Albuquerque) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
.

A alma dele era traduzida em gatos, azuis, amarelos, caras de guepardo... ou não. Miava, incomodada, em tempo de fome, ronronava, arranhava a pele alheia e pedia toque, áspero, macio, ou, mais contundente, um aperto no cangote. E a mulher a levantava ao ar, como as próprias mães o fazem, orgulhosas, dignas, soberanas. Felino atirado à vida, diminuto, trêmulo, potencial de luta em fragilidade de ser vivo.  

Ignoravam o que faziam, gatos, fêmea e macho, homem e mulher. .  

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui