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Poesias-->Sin Guardarse -- 23/11/2016 - 10:04 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
SIN GUARDARSE



Puedo refugiarme en mis delirios

como hacen unos bichos en invierno

y respirar los recuerdos que junté

como un cerebro acostumbrado



aún prefiero el corte hondo que machuca

abre las venas al sol y las absorve

porque memorias son astillas peligrosas

y quiero el riesgo del presente alucinado



podría atar en un refugio mis dolores

recatarlos y adorarlos como flores

mas me incendio de pasiones por la vida

como un águila con ganas de volar

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