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Poesias-->NO FUNDO -- 15/06/2014 - 02:34 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


NO FUNDO



Arrasto minhas loucuras

como portas abertas

gastando meu perdão com mutilados

que perderam seus sonhos nas esquinas



sonhos que para alguns viram pecado

aprendi a necessidade de conservá-los

quando arrebentam dentro do peito viram leões

a defender o que vale a pena porque consome



subirei a qualquer navio mesmo sem nome

se ao arriscar nossa calma impune a esperança brote

porque não haverá de haver horror tão infame

quanto a calma da vida muda que nunca sonhe





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