Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
128 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57062 )
Cartas ( 21170)
Contos (12611)
Cordel (10082)
Crônicas (22199)
Discursos (3134)
Ensaios - (9004)
Erótico (13395)
Frases (43653)
Humor (18457)
Infantil (3773)
Infanto Juvenil (2691)
Letras de Música (5470)
Peça de Teatro (1317)
Poesias (138249)
Redação (2924)
Roteiro de Filme ou Novela (1055)
Teses / Monologos (2401)
Textos Jurídicos (1925)
Textos Religiosos/Sermões (4855)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->GEOPOEMA -- 06/05/2001 - 22:24 (João Ferreira) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos








GEOPOEMA

Jan Muá





A terra se amoldou

Arrefecida

No balanço de seu ventre de fogo



Píncaros sombrios fumegantes

Morros e vales

Planícies radiosas no beijo aquático

Dos rios



Ao longe as frondes verdes

De árvores esguias

Com musgos nos troncos

E fetos amarrados ao chão



As nuvens caminham vagarosas

No intervalo da tempestade a formar-se



Os cabeços cobrem-se de névoa branca

Não há cidades não há lojas

Não há carros não há smog

Nem ferrovias



Só a terra em natureza

Só o destaque nu da origem

Com mares azuis gelados

E nascentes límpidas



Por detrás da cortina

Há um sorriso adivinhado de criança

A explosão da aurora

O ocaso do sol na tarde manchada



O quadro da Terra Virgem

Sem poluição.







© Jan Muá

Rio 23 de julho de 1997

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 74Exibido 695 vezesFale com o autor