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Poesias-->Desconhecido -- 06/01/2014 - 00:11 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos




DESCONHECIDO





Qualquer abismo em sensação

que me does

parece partir minha vitrine

e então corro na limítrofe

espantosa

acuada

memoria.



Guardo-te cheio de algo

parecido à vida

uma pulsação transgressora

com muitas palavras tuas

esforçadas

agrupadas

para dizer

que me conheces.



Mas sei que não há restos

teus

nem pisadas

na praia das minhas entranhas



Conhecer é muito pouco

e sempre raso.



Talvez valha mais a pena

entrar na selva que tens

ou vires ao meu deserto.

Mas não vale bússola

nem mesmo mapa...

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