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Poesias-->BRINCADEIRA -- 23/12/2013 - 00:14 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


BRINCADEIRA



Mordo um balde de água fria

que eu mesma joguei em nosso incêndio.

Arrepio na fotografia.



Não sei porque caminho nos trilhos

e não me permito pisar nas pedras

e tu por que, já que o trem apita

não me acompanhas e andas no trilho?



Somos de certo duas crianças

nada complexo nem resolvido.

Não nesse início , frio no estômago

como começa uma coisa boa.

E eu me aproveito do medo antigo

jogo uma água.

Água que é fria.



Mudo esta rima



creio que você nem percebeu.

Venha comigo, andar nos trilhos

pisar nas pedras

ouvir o apito.



E como loucos, quando o trem passe

pulamos dentro e lá vamos indo



não jogarei mais agua fria

quero teu riso e andar contigo

e nosso incêndio

virá comigo.





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