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Poesias-->TÁ UMA BAGUNÇA -- 22/12/2013 - 13:17 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos






TÁ UMA BAGUNÇA







Por que te inimizo?

Sempre!

“All the time.

Siempre”.



Tocas em mim umas entranhas

sem tocá-las

assustas pela força muda

confundes pela total presença

quando estás.



Bagunças minhas partes.

Um puzzle retalhado que fazes

de mim.

E eu, que nem sei do efeito meu



em ti



perco-me como gaivota abandonada

que esqueceu o bando.



Enquanto não arrancar os gemidos

esses, que escondes

e que são para mim

alucinarei em mil bobagens sem sentido

sobre ti.



Terei que sentir teus poros abertos

perto das minhas digitais

para soletrar a mim mesma

preciso as indicações de tua bula

para armar o rompe cabeça

de ti

e então, na loucura de alguns instantes

bagunçar-te inteiro

até o fim





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