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Poesias-->Chegada -- 28/09/2012 - 00:13 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


Chegada



 



Penduro minha reza no lustre de uma corda



de violão



ou talvez seja uma corda de piano



tanto faz.



Deixo umas coisas bem concretas e pesadas



como as chaves, as sacolas, o jornal



e me vou acomodando nesta casa



onde estou.



E percebo que só tenho o que não tenho



porque isso me segura como um chão



Essa coisa que recita e que incomoda



Para o tempo, olha fixo



              Come o sol                                  



 



Esse lado que inferniza quando aquieta



E não tenho onde deixar



E dói que só



 



 



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