Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
179 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 58098 )
Cartas ( 21211)
Contos (12859)
Cordel (10239)
Crônicas (22077)
Discursos (3147)
Ensaios - (9222)
Erótico (13450)
Frases (45241)
Humor (18924)
Infantil (4144)
Infanto Juvenil (3223)
Letras de Música (5502)
Peça de Teatro (1328)
Poesias (138674)
Redação (2995)
Roteiro de Filme ou Novela (1056)
Teses / Monologos (2417)
Textos Jurídicos (1934)
Textos Religiosos/Sermões (5243)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->Ela -- 05/07/2011 - 20:22 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Atiçou a camisola

com batom

e passou a desespero

pelas horas

(ele não chegava).



Abriu uma janela sem medo

(frio)

e noite de clarão

promessa é dívida:

ele disse

que viria.



Na fumaça de um cigarro

canta o grilo

abarrotado

vem sereno

vai luar

ele assim não veio nunca



As promessas são espinhos

meio vidro

meio vinho

que depois de serem feitas

são suicídio

a degustar

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Seguidores: 2Exibido 187 vezesFale com o autor