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Erótico-->A PRIMA QUE EU NÃO CONHECIA - (Final) -- 12/02/2005 - 15:54 (Edmar Guedes Corrêa****) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A PRIMA QUE EU NÃO CONHECIA - V

Quer saber como esta história começou? Então leia: A PRIMA QUE EU NÃO CONHECIA
Quer ler o capítulo anterior? Então clique em: A PRIMA QUE EU NÃO CONHECIA - IV

CAPÍTULO V

Eu não via a hora da noite chegar. Eu não pensava em outra coisa.; em outra coisa que não fosse no rabo da Cristiane. Havia realizado sua fantasia sexual mais cedo, agora era a vez dela realizar a minha. Esse era o acordo. E quanto mais a hora avançava, mais eu ficava inquieto e mais meus pensamentos eram tomados pelas idéias fantasiosas do que faríamos à noite.
A tarde quase toda, passei deitado no sofá da sala, perdido em pensamentos. Eram fantasias: os mais loucos devaneios. Num momento, eu a via de quatro na cama enquanto eu, segurando em seus quadris, penetrava-a lentamente no ânus.; noutro instante, eu a via deitada na cama de frente para mim, com as pernas abertas e dobradas, e me falo penetrando-a profundamente naquele mesmo lugar.; ainda num momento seguinte, eu me via deitado na cama, e ela deixando seu corpo cair lentamente sobre meu falo, e ele a penetrando analmente. Ah! Ainda havia tantas possibilidades, tantas posições que me escapam à memória! Eram pensamentos dos mais excitantes. Pensamentos esses que me deixavam louco, superexcitado.
No final do dia, minha namorada ligou perguntando se eu não ia a casa dela. Ela queria que a pegasse para sairmos. Menti dizendo-lhe que estava com muita dor de cabeça e que ia ficar deitado. Ela chegou a dizer que então ia se encontrar comigo. “Não! Ela não pode vir aqui hoje!”,pensei. E com muito jogo de cintura, acabei convencendo-a de que não era preciso. Em troca, prometi encontrá-la no outro dia para irmos ao cinema. Ela acabou aceitando e assim fiquei livre para estar o tempo todo com Cristiane.
Confesso. Não foi fácil. A hora teimava em não passar. E eu ficava cada vez mais inquieto. Dir-se-ia de animal preso no curral, que ao sentir o cheiro da fêmea no cio do outro lado da cerca, fica agitado, dando círculos em volta da cerca. E para ficarmos juntos era preciso que todos fossem dormir. E ao soaram nove horas da noite, eu já estava quase em desespero. Nesse ínterim, quando nossos olhares se cruzavam, via-se o quanto ela também desejava ser minha mais uma vez. Éramos como dois animais no cio, essa era a verdade.
Ah! Que alívio quando o pessoal começou a ir deitar! Era aproximadamente dez horas da noite. Eu e Cristiane estávamos sentados na sala assistindo TV. Eu estava num sofá e ela no outro. Preferi me manter afastado dela para que o desejo de toca-la não acabasse revelando nosso segredo. Entre nós dois jaziam nossas mães. Minha irmã já havia se deitado, assim como meu pai que acabara de ir para a cama. Eu sabia que agora era tudo questão de minutos.
Minha mãe falava sobre a partida das visitas no dia seguinte.
-- Espero que tenha gostado – disse ela, dirigindo-se à Cristiane.
-- Ah, adorei! Adorei muito mesmo! -- volveu a sobrinha fitando-me discretamente. -- Foi inesquecível! -- completou ela. Em suas palavras podia-se notar um tom malicioso.
-- Quando quiser vir passar alguns dias, a casa estará disponível. Lugar aqui é o que não falta.
-- Ah, pode deixar que nas próximas férias eu estarei de volta – disse ela, fitando-me novamente e dando uma piscadela bem discreta.
-- Eh, mas vamos deitar! Amanhã temos que partir bem cedo -- disse a mãe de Cristiane.
-- Tá bom, mãe! Daqui a pouco eu vou. Vou ficar conversando mais um pouquinho com o primo.
-- E você também. Não vá dormir tarde. Não fique aí com a Cristiane até tarde porque ela vai levantar cedo amanhã – recomendou minha mãe, antes de nos deixar às sós.
Foi um alívio. Foi como se alguém que nos incomodasse e nos fosse por demais desagradável desaparecesse de nossa presença. Nossos olhos se cruzaram pela enésima vez. E não pudemos evitar aquele sorriso de contentamento. Ainda teríamos que aguardar até que todos estivessem dormindo, mas era como se tudo já tivesse resolvido, como se a noite fosse toda nossa.
Instantes depois, eu me levantei e sentei ao lado dela. Foi o suficiente para que a vontade de se tocar intimamente ficasse incontrolável.; tão incontrolável a ponto de esquecermos o perigo. E assim, nossos lábios se tocaram num beijo ardente, lascivo e demorado. Não era um beijo apaixonado. Não, não! Não havia amor, paixão, nada disso. Era apenas tesão, desejo, muito desejo. Tanto que minha mão escorregou pelo seu corpo, apalpando por sobre a camiseta os tesos seios dela até parar no meio de suas coxas seminuas. Ela vestia um pijama rosa com detalhes.
Mas era preciso ter certeza de que todos tinham ido dormir. Assim, eu me levantei e fui até meu quarto, como fizera há dois dias atrás. Tudo estava em completo silêncio. Era possível que alguém ainda estivesse acordado, contudo, as chances de alguém voltar à sala eram mínimas. Então, despi-me da camiseta, deixe-a jogada sobre a escrivaninha e voltei à sala. Cristiane estava deitada no sofá.
-- Aparentemente estão todos dormindo – falei. Sentei ao lado dela, meus olhos flamejantes correram pelo seu corpo e curvei o dorso para beijá-la. Cristiane ergueu a cabeça e demos um rápido beijo, dessa vez.
-- Mas não é melhor a gente aguardar um pouco mais?
-- Ah, sim! Com certeza. Não precisamos ter pressa. Temos a noite toda.
Ela deu uma risada meio contida e abriu os braços para que eu me aconchegasse ao seu lado. E foi o que fiz.
Sem fazer alarde, quase nenhum barulho, rolei para cima dela e empurrei a camiseta até destampar os seios. Não eram grandes, como já disse. E naquela posição pareciam menores ainda, quase sem volume. Mas me excitavam de uma forma inexplicável. E não resistindo a tentação, aproximei os lábios deles. Meu coração palpitava de tal forma que quase era possível ouvir o som de suas batidas. Eu me sentia tenso e minhas mãos quase tremiam. Eu só não sabia se a tensão era devido aos riscos que corríamos ou se era por estar prestes a realizar uma fantasia tão desejada. Todavia, independente do motivo, o que importava era que tudo desse certo.; pois não haveria outra oportunidade.
-- Ai... devagar... -- sussurrou ela, quando lhe mordi mais forte um dos mamilos.
Afrouxei os dentes e ergui a cabeça: -- Desculpe, meu amor! -- disse baixinho.
Isso porém só fez crescer meu desejo. Eu sentia o falo vibrar sob as vestes. Eu a queria agora, naquele instante. Estava impaciente e não desejava esperar mais um minuto. Nem mesmo o risco por agir precipitadamente era capaz incomodar meu estado de absorção.
-- Vamos para o meu quarto – chamei.
-- Calma. Não é melhor a gente esperar um pouco mais?
Eu não queria esperar mais. Era como se se não a possuísse naquele instante, não iria possui-la depois. Mas também não queria contrariá-la, não queria deixar a entender que não estava nem aí pela sua reputação. Aliás, ela estava com toda a razão. Era preciso ter paciência, não se precipitar. Era eu quem devia conter meus impulsos. Mas vá pedir calma a um homem possuído, enlouquecido de volúpia. É como convencer um louco de sua loucura.
Enfim, cedi para não por tudo a perder. Eu porém estava disposto a me arriscar ao máximo. Eu queria tocar seu sexo, sentir o aroma e o sabor acredoce do mel em suas entranhas. Queria sentir aqueles macios e rosados lábios de sua vulva nos meus pela última vez. E isso eu não queria esperar de forma alguma.
Escorreguei para o lado e fiquei de joelhos diante do sofá. Minhas mãos pularam até seus quadris e agarram a borda do pijama. Imediatamente comecei a puxá-lo para baixo. Da forma que o puxei a calcinha também foi puxada.
-- E se chegar alguém? -- interrompeu-me ela, quando seus loiros pelos eram destampados.
-- Que nada! Não vai vir mais ninguém aqui não!
-- É bom mesmo, porque senão estou ferrada!
-- Fique tranqüila – insisti, continuando a puxar juntos as duas peças de roupa até os joelhos.
-- Você é louco! -- exclamou ela, erguendo o dorso e sentando no sofá. --E eu mais ainda por te deixar fazer isso!
-- Você é quem me deixa assim – falei, arrancando o teso falo para fora e balançando-o.
-- É melhor a gente ir para o quarto. Pelo menos lá a porta vai estar trancada e ninguém vai ter certeza do que estávamos fazendo.
E assim fomos para me quarto.
Pois mal tranquei a porta e ela já foi tirando a roupa. Quando me virei, a parte superior do pijama jazia sobre o tapete ao lado da cama, e suas mãos empurravam a outra parte para baixo.
Eu também não deixei por menos: arranquei a roupa e a esqueci por ali mesmo, aos meus pés. Enquanto Cristiane deitava, toda nua, deliciosa, dei a volta, acendi a luz do abajur e apaguei a do teto. Poderíamos ter ficado no escuro, mas queria ver tudo que estava fazendo. Para alguns, sentir o que está fazendo já é o bastante. Para mim não! Não é suficiente. É preciso que eu veja com meus próprios olhos tudo que esta se passando para que o deleite seja completo. É por isso que não gosto de fazer amor às escuras, tem que ser na claridade ou a meia-luz.
Deitei sobre a Cristiane e nos beijamos. Enquanto isso, ela afastou as pernas e dobrou os joelhos. Eu me escorreguei por entre elas e meu falo tocou sua vulva, sobre aqueles pêlos loirinhos. Por uma fração de segundo, mexi os quadris e pensei em penetrá-la. Na verdade, quase o fiz. Todavia, agora era eu quem não queria bancar o apressado. Meu corpo a desejada desesperadamente, mas eu queria fazer com que aqueles momentos fossem o mais longo possível. Pois eu sabia que, quando o gozo chegasse e partisse levando consigo nossa volúpia, tudo estaria acabado. Sim! Todas aquelas sensações experimentadas ao extremo desapareceriam como num passe de mágica. E então só restariam dois corpos inertes, exaustos, saciados e querendo tão somente encontrar o sono, o descanso merecido.
E antes que não pudesse me conter, que a tentação fosse maior que a razão, levantei-me.
Cristiane me olhou de uma forma como se quisesse ler em meus olhos os pensamentos, o que eu pretendia fazer. E eu simplesmente levantei, dei a volta, parei na traseira da cama, ajoelhei e, sem perda de tempo, enterrei a cara no meio de suas pernas. Meus lábios tocaram a parte mais macia do corpo dela.; e eu senti o perfume e o aroma daquele mel delicioso. Ah! Que delícia! Minha língua penetrou naquela úmida e quente fenda.; e eu sorvi o mel que escorria em abundância. E como se aquele corpo claro e macio fosse uma fava de mel, eu o mordi levemente. Sim. Os loiros pêlos de sua vulva eram da mesma tonalidade que um favo de mel. Ah! Que prazer indescritível! Cristiane contraiu os músculos e soltou um gemido. Aquele gesto foi como se ela quisesse me fartar com seu mel.; pois o liquido escorreu em grande quantidade. Ah! Que mel puro! Que sabor! E eu o chupei e chupei, tal qual um sedento quase a morrer de inanição.
Ah! Eu queria passar a noite inteira sorvendo aquele mel! E mesmo assim não mataria minha fome. Mas era preciso parar. Eu não tinha a noite toda. Eu gostaria de tê-la, mas não tinha. E havia muito que experimentar. Ah! Como havia! Eu queria continuar sentido aqueles grandes e pequenos lábios entre meus dentes.; eu queria sentir, ao passar a língua, o vibrar daquele rígido pontinho feito um grão de feijão, daquele elevado na parte superior da cavidade. Eu queria até mesmo morder aquele pontinho inquieto e sensível. Eu queria, através dele, provocar espasmos de deleite na minha parceira. Mas eu queria fazer outras coisas mais. Havia algo mais importante a fazer agora. O momento de sorver o mel, de explorar aquelas partes haviam acabado.
Sim! Era hora de explorar outras partes.
Ergui a cabeça e deixei o corpo pender para frente. Meus lábios, com apenas a ponta da língua a mostra, foram escorregando pela sua barriga, deslizando sobre seu corpo quente. E foram subindo, subindo... até que pararam entre os seios dela.; entre aqueles seios macios ao redor que contrastavam com a rigidez do centro. Foi só por uma fração de segundo, tempo suficiente para que eu me decidisse em qual seio ir. Não foi uma decisão racional, apenas tinha que escolher um deles, então optei pelo da direita, como poderia ter optado pelo da esquerda. Nem mesmo saberia explicar por qual motivo escolhi um e não o outro.
Então sorvi o teso mamilo. E que rigidez! Cristiane soltou um leve suspiro, deixando transparecer que aquilo lhe causava intenso prazer. E isso acabou me incentivando ainda mais. Eu também queria lhe provar o máximo de prazer possível. Eu também queria que ela sentisse o êxtase que eu estava sentindo. E se isso lhe provocava prazer, por que então não lhe provocar mais? Não instigá-la mais? Assim, apoiei-me somente num braço e levei a mão até o seio e apertei-o e lhe mordi o mamilo com mais força, como se quisesse arranca-lo. Pois eu já havia descoberto anteriormente que ela gostava de algo mais selvagem. Cristiane soltou outro suspiro, mais forte dessa vez, quase um gemido. Dessa forma, apertei-lhe o seio com mais força, como se o estivesse massageando. Enquanto isso, enquanto sorvia e mordia-lhe o seio, pensei: “Nossa! Ela deve estar sentindo muito, muito prazer mesmo...”
Contudo, o tempo de chupar-lhe os seios também havia acabado. Não que eu não fosse fazer isso outra vez, mas, naquele momento isso não era mais significante, não era o mais importante. Agora eu tinha outras vontades, outros desejos. E era preciso realizá-los.
Assim, ergui a cabeça novamente e meus olhos fitaram os de Cristiane. Um sorriso malicioso, voluptuoso escorregou de seus provocantes lábios. Avancei um pouco para frente, deixando meu corpo pender totalmente sobre o dela, e minha cabeça ficou bem em cima da sua. Ela por sua vez, talvez ávida por sentir em seus lábios os meus, laçou-me o pescoço com seus braços e ergueu a cabeça até que nossos lábios se tocaram num beijo descarado, despudorado e animal.
Foi aí que meu falo tocou novamente os lábios da vulva dela. E agora havia chegado a vez dele. Ele não queria esperar mais, estava impaciente, trêmulo e nervoso. Ele queria realizar sua tarefa, fazer sua parte e participar daquele grande momento como o ator principal. E eu não podia mais lhe negar isso. Então satisfiz sua vontade, seu desejo de se atirar no meio daqueles lábios e mergulhar até as profundezas escura e sombria daquela caverna escorregadia e quente. Era isso que ele mais ansiava? Que seguisse adiante! E ele deslizou suavemente, feito um tronco de madeira num rio de águas calmas. E ele foi deslizando, deslizando... até que se perdeu totalmente, até que meu corpo encontrou a resistência do corpo dela. E como após um mergulho, ele foi retornando, retornando... até surgir novamente. E então mergulhou de novo, e voltou à tona, e mergulhou outra vez. E fez assim sucessivas vezes. Ora com mais impulso e profundidade, ora com mais leveza e superficialidade.
E aqueles movimentos me deixavam extasiados de prazer. Cristiane gemia baixinho, suas mãos presas às minhas nádegas puxavam-me e forçavam meus quadris no meio de suas pernas. Dir-se-ia que ela o fazia para que eu a penetrasse com mais profundidade. Como se suas mãos em minhas nádegas resolver alguma coisa. Não sei se era por isso mesmo. Mas o que importa era o intenso prazer que experimentávamos naquele instante. Ah! Como era intensa, única e inimaginável a quantidade de emoções e sensações experimentadas no instante que antecede ao gozo! Pena que tudo dura tão pouco. É tudo tão rápido que muitas vezes nos sobra uma fração de segundo para tomarmos a decisão de parar ou deixar tudo acontecer. O tempo é tão curto que quase sempre não tomamos decisão alguma e o estrago está feito. Não era o meu caso.; aliás eu poderia gozar sem medo, mas eu não queria. Ainda não era o momento.
O momento de penetrá-la na vulva sedenta, de sentir tudo aquilo que estava sentido acabara ali. O gozo estava próximo, vinha como as águas de uma barreira rompida.; e era preciso parar. A vez dele ainda não havia chegado. A sua chegada triunfante, o momento apoteótico em que se conclui o ato sexual ainda demoraria um pouquinho. O espetáculo caminhava para o fim, para o seu grande desfecho.; mas ainda não era o fim. Meu falo não sabia disso, muito menos o gozo que se agitava e se preparava, tal qual um ator na sua estréia, que marcará o seu estrelato, a passagem do seu nome para a história. Mas eu sabia. Eles não sabiam de meus objetivos, que o verdadeiro palco daquela apoteose não era aquela caverna lisa, úmida e tão conhecida. Não, não era ali onde fariam sua entrada triunfal, onde o sêmen daria seu derradeiro salto para a morte. Não, não era ali. O local era bem próximo, um pouquinho mais abaixo, mas não era ali.
E finalmente quando parei, surgiu a dúvida: como penetrá-la analmente? Assim pela frente mesmo? Ou pedir para Cristiane virar de costas? Por alguns instantes titubeei, fiquei sem saber como agir, como lhe dizer que agora havia chegado o tão esperado momento, o momento de comer-lhe o cuzinho, aquele cuzinho apertado, onde os músculos não se expandem com tanta facilidade, onde não é tão escorregadio, onde não há lubrificação.; mas onde o prazer pode ser intenso, tão mais intenso que no outro lugar.
Assim que levantei os quadris, ela me olhou meio que surpresa, sem entender direito por qual motivo eu havia parado. Talvez ela estivesse no ápice, quase chegando ao orgasmo. Não sei. Mas antes que ela fizesse alguma pergunta, pedi:
-- Vira para mim.
Tive a impressão de que ela titubeou por alguns instantes, todavia, ao me afastar para o lado, ela virou de bruços. E por algum momento meus olhos percorreram suas costas e foram parar nas nádegas. Talvez, por estar cego de desejos, eu tenha achado as nádegas dela as mais belas que já tenha visto em toda a minha vida. Talvez não fosse por causa de meus desejos, mas porque realmente elas fossem belas. Sei que até hoje ainda me lembro daquelas nádegas como sendo as mais lindas que já vi.
-- Mas e se doer? -- quis saber ela.
-- Não se preocupe! Não vai doer – falei, virando para cima dela. -- Eu vou coloca-lo bem lentamente, e toda vez que você sentir algum desconforto, eu paro até que você relaxe. Eu já fiz isso algumas vezes e posso te afirmar que o prazer que você vai sentir é infinitamente maior do que todos que você já sentiu até hoje. Portanto, não pense que só eu vou sentir prazer.
-- Já ouvi dizer, mas a gente sempre fica com receio.
-- Eu vou colocar ele com tanto carinho que você nem vai sentir – disse em tom de brincadeira, assim que deite por sobre ela.
Ah! Foi difícil! Muito difícil! Não que a culpa fosse toda de Cristiane. Não, não! Ela até que colaborou na medida do possível, mas era a primeira vez dela. E havia o problema de não podermos fazer muito barulho. Eu também não encontrava um jeito, uma posição em que a penetração ficasse mais fácil.
Primeiro, não conseguia posicionar a glande no lugar certo. Quando eu achava que agora ele estava no devido lugar, forçava um pouquinho para frente, e ele escorregava e ia parar dentro da vagina. Era como se meu falo quisesse uma coisa e eu outra. E por mais que eu insistisse com ele, ele teimava em não me obedecer. E quando finalmente ele entendeu o que eu estava querendo, o orifício parecia ser pequeno demais.
No começo eu tentei não colocar muita força. Mas era como se a barreira fosse instransponível. Então fui obrigado o forçar um pouco mais. E mesmo assim parecia que não havia passagem naquele lugar. Não tenho vergonha de falar, mas em algum momento cheguei a acreditar que ele estava no lugar errado, que onde estava não havia orifício algum.
Para tentar manter Cristiane excitada, se é que é possível manter uma mulher completamente excitada no seu primeiro sexo anal, eu ficava beijando-lhe o rosto, a orelha e, com uma das mãos entre a cama e o seu corpo, acariciava-lhe o clitóris. Mas a todo instante era preciso parar, pois eu a via contrair os músculos da face e soltar um aí bem baixinho.
Aos poucos porém, a glande foi abrindo espaço. De repente, eu senti uma forte pressão e um gemido mais forte. Parei. Fiquei quase imóvel.
-- Aí! Tá doendo – falou ela.
-- Calma que já vai passar – respondi.
Depois de algum tempo, eu forcei um pouco mais. Senti o falo escorregar pra dentro. Cristiane contraiu novamente os músculos da face, mas dessa vez não soltou nenhum som. Eu senti uma pressão enorme em meu falo. Aquilo parecia que ia esmagá-lo. Mas o prazer era intenso. E só de imaginar meu falo enterrado naquele buraco virgem e apertado, pressionando-o de todos os lados, eu quase tive um orgasmo. Ah! Não existe sensação e prazer mais intenso que a penetração anal. O sexo vaginal é capaz de proporcionar todo tipo de prazer, mas o sexo anal é diferente. Há um prazer, um deleite que nenhuma vagina é capaz de proporcionar. É como beber o mais fino vinho. E só quem experimentou é quem sabe.
Eu queria passar o máximo de tempo possível sendo esmagado pelas paredes daquele buraco. Mais aí é que estava o problema. O deleite era tamanho que dois ou três movimentos para trás e para frente seriam suficientes para o gozo me roubar aquelas sensações. Eu não queria gozar de jeito nenhum. Eu queria ficar ali, mexendo para trás e para frente interruptamente pela noite toda, se fosse possível. Mas não ia dá. Eu sabia disso.
Antes de me mexer novamente, tentei concentrar em algo. Alguma coisa que me fosse desagradável. Num problema que tivesse que resolver no dia seguinte, numa conta para pagar, ou algo assim. Era preciso desviar por alguns instantes a atenção para que eu pudesse me conter. Talvez, algum barulho vindo do lado de fora da casa, algo que me desse um pequeno susto seria de grande serventia. Mas não. Nada. E nada conseguia me prender a atenção. Então comecei a contar carneirinhos. E quando estava lá pelo sétimo, meio que absorto nos carneirinhos, meio que absorto no que estava fazendo, movi os quadris um pouquinho para trás e o empurrei novamente para frente. Dessa vez a penetração foi mais profunda e Cristiane não reclamou.
Ciente de que agora poderia agüentar um pouco mais, soltei meu peso todo sobre ela, e passei a faze movimentos mais rápidos com os quadris. Meus dedos também passaram a trabalhar com agilidade na vulva dela. E isso lhe despertou o prazer. Ela iniciou seus gemidos. Começou timidamente, mas, à medida que meus movimentos aumentaram, ela passou a grunhir:
-- Vai... vai... -- disse ela, erguendo um pouco o traseiro para que a penetrasse mais profundamente.
Foi a palavra mágica para que algo se soltasse em meu cérebro, para que o mundo exterior desaparecesse num passe de mágica. Eu me absorvi completamente e deixei que minhas fantasias falassem alto.
Meus quadris subiam e desciam com rapidez e chocavam de encontro às nádegas dela com tanta violência que produzia um som abafado. Eu não tinha pensamentos para mais nada, e naquele estado de completa absorção eu só ouvia os gemidos de prazer dela. Algo também havia se apossado dela. De repente, pela expressão em seu rosto, pela forma como ela soltava seus grunhidos, eu percebi que ela estava experimentando algo extraordinário, algo muito além do que havia experimentado até então. E isso me contagiou.
Eu a envolvi com o outro braço um pouco abaixo do pescoço, como se a quisesse segurar com firmeza. E então, usando todas as minhas forças, as que ainda restavam, ergui os quadris mais uma vez e os impulsionei de encontro ao corpo dela. Foi como cair de certa altura. Foi uma queda abrupta. E eu a penetrei profundamente, como nunca a havia penetrado. E bem lá no fundo, o gozo escapou-me. Eu gemi e ergui os quadris pela derradeira vez e a penetrei novamente, mas eu já não tinha forças e meu corpo apenas se solto e caiu. Assim, enquanto os últimos e fracos jatos de sêmen eram depositados, eu fiquei quieto, exausto e estirado sobre ela. Nossos corações batiam feitos tambores, nossa respiração parecia exaustores. Era como se aqueles sons fosse capazes de despertar alguém. Contudo, ninguém foi despertado.
Permanecemos quietos por algum tempo. Assim que tivemos consciência de onde estávamos e o que estávamos fazendo, descobrimos que tudo havia acabado. Meu falo, ainda teso, permanecia enterrado no ânus dela. Embora, não tinha mais a mesma rigidez e já não sofria mais a mesma pressão. Por isso foi fácil puxá-lo de lá de dentro.
-- Aí, meu cuzinho! Ele tá todo arregaçado – disse Cristiane quando se levantou.
-- Não se preocupe! Até amanhã ele já melhorou.
Cristiane foi ao banheiro, depois se lavou com a água fria, pois não podíamos ligar o chuveiro. Após se vestir, deu-me um último beijo e me disse Adeus. Eu pedi para que ela me escrevesse e prometi que ia passar alguns dias na casa dela. Ela não disse nem que sim, nem que não.
Mas poucos dias depois ela me telefonou dizendo que ia se casar e não queria que eu fosse a casa dela para não gerar constrangimento.
Fiquei decepcionado, mas respeitei o pedido dela. Não a procurei nunca mais.

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