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Poesias-->Percurso -- 14/06/2010 - 02:52 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Percurso.



Porque não há trilho

moldura

ou espartilho:

deixe a cintura

o corpo

a semana.

Pare de medir entre segunda

e domingo

vamos para a feira

sem carteira.



Vamos à bagunça

daquele que grita

e quem sabe agita

momento incerto.



Você não entende

que não sou linear: pulo como grilo

sem grilo ou trilho

e saio da raia

e faço é cantar.



Chorar?

Também choro –você que o diga-

mas nada de pontos

(talvez reticências )

de pontos finais.



Você não compreende

esta deforme - forma

que é

meu amar

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