Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
94 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57384 )
Cartas ( 21182)
Contos (12609)
Cordel (10139)
Crônicas (22258)
Discursos (3139)
Ensaios - (9064)
Erótico (13414)
Frases (44149)
Humor (18586)
Infantil (3848)
Infanto Juvenil (2803)
Letras de Música (5476)
Peça de Teatro (1320)
Poesias (138552)
Redação (2942)
Roteiro de Filme ou Novela (1055)
Teses / Monologos (2408)
Textos Jurídicos (1926)
Textos Religiosos/Sermões (4944)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->Rasa -- 25/04/2010 - 01:22 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


RASA



Não transcendo nada,

sou bem rasa.



Vejo através dos olhos

somente o que os olhos vêem

e sem permissão alguma

espio teu lado humano:

carne, sangue, pele.



As portas

não me assustam

porém me dão medo as paredes

principalmente se parecidas

com caixas

que vão se fechando:

tenho minhas próprias prisões

os outros não podem aumentá-las...



Uso as armaduras

transparentes

porque leves, permissivas,

anunciantes:

sei que não se pode andar na rua

sem alguma coisa que proteja.

Mesmo assim delatam minha sede

e servem para achar meus semelhantes.



Sei que não se pode andar na vida

sem alguma coisa que te chame

sem alguma coisa que hipnotize

ou que simplesmente

te deseje.







Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui