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Erótico-->Multa não recolhida -- 04/10/2004 - 16:56 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Eu e meu marido temos o costume de viajar para a baixada santista todo o fim de semana. Este último não foi exceção e, como todos os outros, foi bastante comum, ele tinha ido à praia com as crianças, jogado bola e brincado bastante, enquanto eu passava o tempo em casa, lendo alguma coisa. Gostava de ir à praia, mas já estava um tanto entediada com aquela mesmice. Mal sabia eu que, alguns quilômetros a frente, subindo a serra, aquilo iria mudar.
Tudo bem durante a viagem.; meu marido e eu conversávamos, as crianças aprontavam no banco de trás e levavam uma bronca ou outra e, um pouco mais frente, passando pelo posto da polícia rodoviária, fomos parados. O guarda disse que, pelo radar, constatou que meu marido havia excedido o limite de velocidade e que não teria escolha a não ser aplicar uma multa. Jorge (nome do meu marido) procurou de toda a maneira tentar convencer o guarda a não nos multar, falando que já tinha muitos pontos na carteira (a maioria conseguido por mim) e que estávamos indo pra São Paulo visitar uma tia que estava no hospital. O policial estava irredutível e eu já começava a ficar assustada com a possibilidade do meu marido perder a carteira se fosse multado. Comecei a pensar no que fazer, não queria que ele tivesse que ficar sem carro por minha causa e, enquanto raciocinava, pude perceber que o guarda olhava muito pra mim, principalmente pros meus seios e minhas coxas, que são bem grossas e estavam expostas, pois estava de mini-saia. Foi então que tive uma idéia, embora não conseguisse acreditar que estava querendo fazer aquilo.
Interrompi a conversa dos dois e disse a meu marido que estava tudo bem, que aquilo podia ser resolvido. Então me dirigi ao policial e perguntei se eu não poderia conversar com ele no posto policial em particular. Ele sorriu, muito discreto, e perguntou sobre o que eu queria falar com ele. Eu disse que queria resolver esse assunto da multa e que tinha algo no qual ele poderia se interessar. Meu marido estranhou minha atitude, já que eu sempre deixei que ele tomasse toda a iniciativa e resolvesse os problemas, mas não disse nada. O guarda aceitou e disse que eu poderia ir com ele até sua sala, onde conversaríamos. Jorge queria saber o que eu tinha em mente, então eu disse a ele que já ia voltar e que ele não precisaria se preocupar com a multa. Disse às crianças pra se comportarem enquanto estivesse fora e saí do carro, em direção ao posto policial.
Quando entramos havia mais três guardas no local. Como se já soubessem o que ia rolar, sorriram quando seu colega que havia entrado comigo perguntou pelo superior. Eles disseram que o homem não havia voltado ainda. Ouvindo essa resposta ele disse que iria usar a sala do chefe pra resolver um problema e que não queria ser interrompido. Eles sorriram, como se já soubessem o que vinha a seguir. Eu sorri encabulada e procurava não pensar em meu marido e meus filhos no carro enquanto reparava no porte físico do guarda.; ele era alto, ombros largos, muito forte e negro, o oposto de mim, que sou loira, de olhos azuis e pele branca como leite, e também nada a ver com meu marido, que tinha físico normal e um pouco de barriga, típica de quem chega aos 30 e pratica pouco exercício. Assim que entramos na sala, ele tranca a porta e me pergunta o que eu tinha a oferecer pra que Jorge não fosse multado e eu resolvi ir direto ao assunto, chegando perto dele e passando a mão no seu pau que, pelo que logo percebi, era enorme. Enquanto eu o acariciava pude sentir que estava ficando duro na minha mão e ele, aproveitando, meteu aquele mãozão na minha bunda e passou um dos dedos no meu rego. Eu já estava praticamente adivinhando o que o safado queria.
Começou a beijar meu pescoço e acariciar minha bunda e minhas costas, enquanto eu fazia o mesmo com as dele e sentia seu pau roçando na minha coxa e o seu peito apertando meus seios. Não podia acreditar que estava fazendo aquilo, pois, embora tivesse fantasias com médicos, guardas rodoviários, professores, nunca havia pensado em fazer tais coisas, ainda mais em circunstâncias como aquelas. Mas acho que justamente o fato de meu marido e meus filhos estarem no carro, a poucos metros de distância, sem saber o que estava acontecendo, era justamente o que me excitava mais. E, por que não admitir, estava gostando daquilo e a presença máscula daquele homem fazia desaparecer toda a vergonha e todo o pudor que eu estava sentindo antes.
Ele tirou a camisa do uniforme, a camiseta que tinha por baixo e pude ver que belo tórax possuía. Quis apressar as coisas, mesmo porque não tínhamos muito tempo, e fiquei de joelhos pra tirar suas calças. Abri o cinto, o botão, o zíper e fui abaixando a calça, e depois a cueca, engolindo seco quando vi o tamanho da vara que se escondia por baixo do tecido. Nunca pensei que pudesse haver um tão grande, o de meu marido até que era um tanto avantajado, mas esse era ridículo, fiquei até me perguntando se conseguiria aguentar com tudo aquilo dentro de mim. Enquanto me perguntava, tomei o membro na mão e o levei até minha boca, tentando esfriar um pouco aquele calor que parecia me manipular, fazendo com que eu chupasse e desse mordidas de leve naquela cobra que seria meu instrumento de prazer, enquanto também brincava com suas bolas. Ele, por sua vez, acariciava meu cabelo e dizia que eu era uma putinha muito safada, e que queria ver a cara do meu marido se ele visse o que a gente tava fazendo lá dentro. Eu ri, com o pau dele ainda dentro da minha boca.
O bicho não parava de crescer enquanto eu chupava com gosto, como nunca havia feito antes com o Jorge. Enquanto eu o sugava, acariciava suas coxas, sua bunda e suas costas. Então ele me disse pra ficar de pé, que era hora da coisa chegar nos finalmentes. Com muito cuidado, me fez ficar de bruços na mesa do chefe e afastou minhas pernas, posicionando seu gigante na entrada da minha boceta. Pensei em perguntar se ele não tinha camisinha pra usar, mas alguma coisa naquilo tudo não deixou as palavras saírem da minha boca e eu deixei que fosse preparando a penetração daquele jeito mesmo, sem qualquer tipo de controle. A cabeça demorou um pouco pra entrar, mas logo pude sentir o corpo da sua ferramenta deslizando gostoso pra dentro de mim. Doeu um pouco, pois não estava acostumada a uma jeba tão grossa, mas logo fui me adaptando e gostava muito, pedia mais, dizia coisas sem sentido que nunca havia dito antes, chegava a me perguntar o que estava fazendo, pensando no absurdo de tudo aquilo, mas ao mesmo tempo gozava feito louca, deixando o pinto do negão todo molhado com os sucos da minha boceta.
Eu pedia pra que ele socasse a vara em mim, pra que me comesse feito uma puta, uma vadia, uma cadela... Ele, por sua vez, segurava minha cintura e me dava tapas na bunda e eu gemia alto, pedindo pra que batesse sem dó, castigasse, e que fizesse comigo tudo o que aquele corno que tava me esperando no carro não fazia. Ele dava risada e batia mais ainda, eu sentia minha bunda arder, mas não ligava. Joguei minha mão pra trás, entre as coxas, e comecei a sentir as bolas dele. O tesão deve ter sido grande, pois seu pau inchou e ficou mais grosso ainda. O doido disse então que ia tirar o pau da minha racha e colocar no meu cu, pois queria que eu nunca mais me esquecesse dele depois que fosse embora. Fiquei sem saber o que fazer, pois nunca tinha feito anal antes, ainda mais com um cacete daquele tamanho. Então, pegando um pote de margarina dentro do armário, ele lubrificou meu ânus e colocou o pau na entrada, indo devagar, enquanto eu mordia os lábios e fechava os olhos, só sentindo aquela sensação de que estava cagando pra dentro, até que senti suas bolas tocarem na minha bunda. Então começou aquele vai e vem, entrando e saindo do meu cuzinho, fazendo com que eu gemesse primeiro de dor, depois de prazer. Eu gemia e gozava de forma ainda mais intensa do que antes, mas não pedia pra ele parar. Nunca pensei que poderia sentir um tesão daquele com uma jeba daquele tamanho no meu cuzinho, então passei a mexer e rebolar bem devagarzinho, pra provocar e despertar uma excitação ainda maior nele, e funcionou, porque o negão passou a enfiar o pinto aind mais rápido e mais forte, até finalmente gozar, enchendo meu cu com uma quantidade tão grande de porra que eu nunca tinha sentido dentro de mim. Até hoje lamento o fato de ter sido tudo tão rápido, nós passamos cerca de meia hora dentro daquela sala, mas eu precisava correr, pois meu marido ainda estava dentro do carro. Me vesti o mais rápido possível e o guarda sorriu pra mim, dizendo que eu não precisava me preocupar, pois a multa estava mais do que paga. Eu sorri de volta e fui embora, tentando não olhar pros guardas que estavam na sala, mas podia ouvir um zum zum zum quando passei pela sala. O mais incrível é que esqueci até de perguntar o nome do policial.
No carro, encontrei meu marido e as crianças. Todos perguntaram porque demorei tanto, e eu disse que tinha conversado com o guarda e que tudo estava bem. No caminho as crianças continuaram brincando no banco de trás e Jorge me perguntou que argumentos eu havia usado pra convencer o guarda. Eu disse que havia dado alguns trocados pra ele, mas que tinha levado um tempo pra conseguir convencê-lo de que eu não tinha mais nada além daquilo. Ele não pareceu convencido, alguma coisa o estava deixando com a pulga atrás da orelha. Então eu resolvi brincar com ele e disse que não tinha sido só aquilo, que eu tinha tido que dar pra ele também, caso contrário não tinha acordo. Meu marido fez uma cara de bunda e disse “gracinha”, não acreditando no que eu tinha dito. Ainda bem que o banco do carro é bem macio, pois eu ainda estava sentindo uma dorzinha bem chata por causa das assaduras no meu ânus. Parece que vou ter que descer a serra de novo, mas dessa vez sozinha e num dia em que as crianças vão estar na escola e meu marido, trabalhando.





Fim
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