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Erótico-->Partida de futebol -- 12/09/2004 - 14:40 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A estória que vou contar aconteceu há alguns dias e me marcou muito pelo tom que tem de incomum. Em um fim de semana, meu marido havia convidado alguns amigos pra vir até nossa casa de praia jogar futebol e comer um churrasco. Durante a tarde a partida rolou solta e eu passei o tempo preparando espetinhos e cuidando pra que não faltasse cerveja, que tinha que estar sempre gelada. Embora não gostasse muito daquela movimentação toda na casa, fazia o possível pra agradar meu marido, achando que aquilo fazia parte da rotina de casada. Mas não tem como negar, estava cansada daquilo, pois só o que estava fazendo o dia todo era trabalhar e trabalhar pra que ele se divertisse com seus amigos. Eu era a única mulher, pois seus amigos haviam deixado as esposas e namoradas em casa. Muitas vezes tentavam conversar comigo, mas a maioria deles, os que não estavam jogando bola, não diziam nada que fosse muito interessante e suas piadas eram bem desagradáveis. Como eu disse, eu buscava simplesmente ser uma esposa prestativa, mas isso iria mudar naquela mesma tarde graças ao Silvio, um amigo de meu marido que também não estava jogando.
Enquanto eu preparava o churrasco nós conversávamos e ele me contava que não gostava de jogar, que só tinha vindo pra poder ver o pessoal e pelo churrasco, enfim, pra fazer um social. O curioso é que embora não gostasse de ficar correndo atrás da bola no campo ele é o que está em melhor forma no grupo, é um negro alto, sem barriga e muito forte. Eu já havia prestado atenção nele outras vezes em que recebemos os amigos de meu marido em casa e, por que não admitir, ele me despertou uma certa curiosidade. Eu já estava acostumada com a rotina de casada e meu marido quase que não me procurava, pois ia de casa direto pro boteco com os amigos e o sexo entre nós era bastante raro, pra não dizer insatisfatório. Por outro lado, Silvio parecia estar sempre disposto, sabia conversar comigo e aquela sunga que estava usando aumentava ainda mais minha curiosidade de ver o que estava por baixo dela, pois o volume que eu via entre suas pernas era enorme.
O dia ia passando e, quando eu não falava com Silvio, trocava olhares com ele. Não podia esconder mais o que estava sentindo, mesmo porque ele parecia retribuir meus olhares e eu não conseguia me livrar de uma voz na minha cabeça que parecia insistir que hoje era o dia em que alguma coisa ia acontecer. Meu marido nada notava, pois estava o tempo todo na quadra jogando com o resto do pessoal, que não parava de beber e conversar sobre futebol e outros assuntos nada interessantes. Houve uma hora em que a churrasqueira estava cheia e o refrigerador abarrotado de cerveja, o que significava que eu ia ter alguns minutos livres pra descansar. Silvio não se aproximou mais, mas não parava de me olhar e, àquela altura, parecia já ter notado que eu estava com muita vontade mas pouca coragem de fazer algo. A casa estava praticamente vazia e ninguém prestava atenção em nós. Ele havia tomado algumas cervejas mas eu podia notar que ainda estava sóbrio o suficiente pra ser cuidadoso. Os outros já falavam alto e davam todos os sinais de que haviam bebido além da conta, enquanto meu marido jogava bola com o resto da turma. Eu tinha até medo do que estava pensando em fazer, além de não conseguir acreditar que estava pensando em algo assim, mas olhava pra Silvio como que suplicando pra que ele tomasse uma iniciativa. Não demorou muito pra isso acontecer.
Com o pessoal todo lá fora, ele me pediu pra lhe mostrar onde ficava o banheiro. Subimos as escadas até o local onde ficavam os banheiros e o quarto e, chegando lá, aquele calorzinho que eu sentia entre as pernas durante os olhares que trocávamos foi aumentando de modo que eu não consegui me segurar.; ele estava atrás de mim e, assim que chegamos ao andar de cima eu lhe mostrei onde ficava o banheiro e, me virando, toquei em seu pau com uma das mãos. Foi então que não resisti e deixei que ele me abraçasse e me beijasse com muito fogo, nós nos esfregávamos um no outro quase esquecendo da situação em que estávamos e que a qualquer momento alguém poderia aparecer e nos ver ali. Estávamos em brasa, eu sentia seu tórax poderoso de encontro aos meus seios e ele beijava o meu pescoço, passando as mãos enormes nas minhas nádegas. Eu ficava cada vez mais molhada, podendo sentir um líquido viscoso escorrer de minha boceta e molhar meu biquini. Naquela hora eu já não me importava com mais nada, só queria ter aquele negro maravilhoso dentro de mim e me ajoelhei diante dele, baixando sua sunga de forma que pudesse finalmente ver aquela monstruosidade que estava no meio das suas pernas.
Não consegui evitar e soltei um grito de admiração quando seu pau duro saltou na direção do meu rosto assim que eu baixei a sunga. Não consegui acreditar no tamanho da vara, que era pelo menos duas vezes maior que a do meu marido. O espanto só era superado pela minha vontade de sentir o sabor daquela monstruosidade, o que fez com que eu o abocanhasse com vontade, chupando a cabeçorra enquanto agarrava com vontade o corpo do bicho. Lambia suas bolas e chupava aquele cacetão até que chegasse na minha garganta, me deliciando ao sentí-lo pulsar dentro da minha boca. Silvio sorria e acariciava meu cabelo loiro, me chamando de putinha safada, dizendo que já fazia tempo que queria me ver de joelhos com seu pau na minha boca e eu dizia que sim, que eu era muito safada e que aquele era o pau mais gostoso que eu já tinha tido o prazer de chupar.
Como não sabíamos ao certo quanto tempo ia levar até que alguém aparecesse por ali, decidimos ir logo adiante. Segurei-o pela vara e o puxei na direção do meu quarto, logo me deitando na cama onde meu marido costumava dormir muito mais do que o necessário. Podia ouvir pela janela que o jogo de futebol continuava, o que me tranqüilizou muito. Tirei meu biquini e Silvio, que não é bobo, já tratou de posicionar aquele tronco na entrada de minha vagina. Pedi pra que colocasse devagar, pois não estava acostumada com um pau daquele tamanho. Ele fez conforme pedi e, logo depois que colocou a cabeça, o resto foi deslizando até a união total e, em seguida, meu amante começou os movimentos de vai e vem, me levando ao delírio enquanto eu acariciava seu peito e suas costas. Ele se aproximou de mim e beijava meu pescoço e minhas orelhas. O tesão foi tamanho que eu cruzei minhas pernas em sua cintura e procurei fazer com que ele enterrasse seu membro em minha boceta ainda mais. Pude sentir quando a vara foi começando a ficar mais dura e aumentar de tamanho dentro de mim, ao mesmo tempo em que ele aumentava o ritmo da penetração. Do lado de fora o samba, o futebol e o churrasco corriam soltos, o que fez com que eu não precisasse conter meus gemidos de prazer. Ele então tirou o pau de dentro de mim e me virou de quatro,me dando um tapa na bunda que me arrancou um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo, além de fazer-me sorrir pra ele. Logo em seguida aquela cobra preta estava dentro de mim de novo, e ele segurava minha cintura enquanto eu mordia o travesseiro, dizendo pra mim mesma que nunca tinha pensado que ia ser tão bom ter os amigos de meu marido na nossa casa de praia. Silvio batia nas minhas nádegas me chamando de puta, vadia, safada e eu concordava, pedindo pra que ele comesse sua putinha loira com gosto e que ele podia fazer tudo o que quisesse comigo, pois daquele dia em diante minha boceta seria dele.
Súbito, ele foi aumentando ainda mais o ritmo da penetração. Eu sabia que o momento estava chegando e fui mexendo ainda mais minha bunda, rebolando naquele cacete que estava me proporcionando um prazer que eu jamais havia sentido antes. Logo depois pude sentir sua porra quente e úmida me inundando por dentro, numa quantidade que eu jamais imaginava ser possível, me fazendo quase crer que ele havia urinado dentro de mim. Seu pinto foi amolecendo e ele o tirou de dentro de mim, deixando para trás um rastro de esperma que escorria do meu interior e descia pela minhas pernas. Com medo que alguém logo notasse nosso sumiço, resolvemos nos vestir logo e voltar pra junto dos outros. Eu desci primeiro e Silvio foi até o banheiro para limpar o pau e não deixar a impressão de que havíamos passado algum tempo juntos. Felizmente ninguém parecia ter notado nada, todos continuavam concentrados no jogo, no churrasco e na cerveja.
Ao final do dia todos foram embora, incluindo Silvio, e nos despedimos como se nada tivesse acontecido. À noite, deitada ao lado de meu marido, eu não conseguia pensar em outra coisa além da maravilhosa foda que tinha tido com aquele negrão. Sem que o Hélio (nome de meu marido) soubesse, peguei sua agenda mais tarde, quando já havíamos voltado pra São Paulo, e liguei para o Silvio pra matar a saudade e estamos programando um novo encontro, onde, segundo ele, quer ir um pouco além do que fomos da primeira vez. Espero que esse encontro aconteça logo, pois eu mal posso esperar pra sentir aquela pujança dentro de mim mais uma vez.


Fim
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