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Poesias-->Monólogo do Amante Abandonado -- 16/10/2008 - 21:38 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


MONÓLOGO

DO AMANTE ABANDONADO



Em êxtase de luto

adormece a noite em ruídos.

Não sei se existem fora

do meu sensor de gente

os pífaros barulhos

do mundo, que fenece...

Não sei se estou exausto

se louco, se com sede.



Escuto toda noite

o mundo que ensurdece.



Às vezes imagino

pessoas em suas preces

e os medos que carregam

e as rezas, como espinhos.

Será que escuto os prantos

dos medos que curtimos?



Os meus? Eu mesmo animo...



Então quando amanhece

e a luz invade e cresce;

descubro como é fundo

o abismo que me aquece.

Dois mundos tão distintos!

Lá fora – onde tu moras

e em mim - onde me esqueces.





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