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Poesias-->Marilda -- 06/08/2008 - 01:51 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


Delirium



Deslizo

na beira de uma xícara,

micro-recriada

como insólita partícula.

Abraço com desejos

de montanhas

todas as miradas

que de noite em mim

esbarram.



Vou

por onde a mente

não detalha:

todas as entradas

ficam francas.

Mesmo que estas portas

se entreabram;

já te sei longínquo

e eu... sem nada!









MULHER ESTRANHA



Raras raízes na Terra

sugam o cheiro das flores :

lá vem o mar

no teu nome.



Eu me pergunto o que levas

nessas jornadas que corres:

es tão estranha que escondes

forças que tu mesma; ignoras...



Creio : não deve ser fácil

tanta penumbra que encontras.

Outros não vêem que tu morres

Enquanto a dor não socorres!



(à minha amiga Marilda)







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