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Poesias-->PÓLEN-POEMA -- 25/02/2008 - 08:21 (ANTONIO MIRANDA) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


PÓLEN-POEMA



Poema de Antonio Miranda





O poema como borboleta

que vive a segunda vida

do autor.



Liberta dele.



Como o tísico Bandeira

voou até Pasárgada?

Preso em sua crisálida

gerou seres alados.



Oscar Wilde, mesmo encarcerado,

era luminoso e transparente.

Versos, em seu rastro

inseminavam, multiplicavam,

davam cor ao universo.



Ovos, larvas, livros.



Borboletas são eternas?



Pó. Pólen. Palavras.

Poemas.





Brasília, 24-0-08

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