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Poesias-->CINZA -- 20/01/2008 - 18:18 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos




CINZA



Tinge o ar a cor que ecoa

como timbre de verão

sem deslizes ou acertos

e sem ter como voltar :

uma tarde de domingo

que acelera sem parar...



Há retóricos encontros

entre os cantos das ruelas

respirando contra os muros

meio às claras, meio escuro.

Seus artífices de carne

se entrelaçam num casulo.



Os tambores dos baixistas

marcam ritmo de paixões.

Enche as praças um batuque

toda a rua se afeiçoa.

E essa tarde aperfeiçoa

sua mágoa de ir embora..

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