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Poesias-->Interior -- 26/09/2007 - 19:57 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
INTERIOR



Brilham asas e os insetos

se atordoam

entre os raios de uma lâmpada

magoada

- como apêndice de tarde

que se enreda

sem saber que logo após

a noite chega...



Umas folhas outonais

esbarram ondas

e num drible de preguiça

dançam soltas.

Comparece o campanário

e diz as horas,

e a cidade se prepara

qual senhora.



São as tardes

de beleza com demora

que sucedem

nos recônditos povoados.

Uma igreja, uma banda

uns amores.

Uma festa até as dez:

e uma lua na gangorra.















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