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Erótico-->O motorista da minha mãe -- 17/05/2004 - 16:30 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Minha família é muito bem de vida, moramos em uma mansão no Morumbi, meu pai é empresário e minha mãe é advogada. Eu nunca havia notado nada de estranho no casamento dos dois e sempre achei que éramos uma família exemplar, dessas que só se vê em filmes até que, um dia, aconteceu algo que mudou completamente meu ponto de vista.
Tudo começou numa noite em que eu deveria ter saído com alguns amigos e meu namorado para ir a uma festa. Como qualquer garota na minha idade (tenho 23 anos) não gosto de sair com o motorista, pois gosto de sentir o prazer de dirigir a BMW que ganhei do meu pai. Só que, justamente naquela noite em que íamos a uma danceteria, aconteceu uma briga feia por lá logo no começo da noite. Tínhamos combinado a semana toda de ir até lá e queríamos passar a noite na farra, bebendo até cair, mas o fato de ter visto aquilo acabou nos desanimando e resolvemos ir pra casa. Decidi levar o Márcio pra casa e fazer uma festa particular com ele lá mesmo, pois apesar de ser rica gosto das coisas simples da vida, como passar uma noite romântica com meu namorado. Voltamos pra casa, então, e, quando chegamos, coloquei meu carro na garagem, que fica a alguns metros da entrada da sala. Foi mais ou menos aí que tudo começou.
Márcio e eu estávamos conversando normalmente, voz nem muito alta nem muito baixa e já estávamos chegando perto da entrada quando vimos que tudo estava apagado, só as luzes do quarto da minha mãe estavam acesas. Subimos as escadas e eu disse pro Márcio esperar no meu quarto enquanto eu ia avisar minha mãe do que aconteceu e que já estávamos de volta. Ele já estava dentro do meu quarto quando eu cheguei até a porta do quarto da minha mãe, que estava parcialmente fechada, e já ia me anunciar quando vi aquela cena que iria alterar tudo aquilo que eu pensava sobre meus pais.; minha mãe estava no quarto, de calcinha e sutiã, ajoelhada, com o pau do motorista na boca, chupando, lambendo e masturbando o homem com uma gula que eu nunca havia visto antes. Ele acariciava o cabelo dela e sorria, enquanto ela sugava o membro enorme e acariciava as coxas dele, se entregando sem nenhum pudor a algo que ninguém espera ver a própria mãe fazendo um dia. Quase me esqueci que Márcio estava no meu quarto até que ele apareceu na porta e disse que ia tomar um banho. Eu disse que tava tudo bem e que eu já ia pro quarto. De certa forma achei bom que ele fosse, porque isso ia me dar um pouco mais de tempo pra ficar ali e observar tudo o que estava acontecendo no quarto da minha mãe.
Ouvi a porta do banheiro do meu quarto se fechar e continuei ali, assistindo a tudo. Minha mãe não perdia tempo e chupava a rola do motorista, que é um negão alto e muito forte e, pelo que pude ver, muito bem dotado também. Não sei dizer ao certo qual o tamanho da vara, mas com certeza maior que a do meu pai. Acho que até maior que a do meu namorado também. Enquanto assistia à trepada dos dois, pude sentir um calorzinho surgir entre minhas pernas, estava ficando molhadinha e meus batimentos cardíacos e respiração estavam se acelerando. Nisso, minha mãe ficou de pé , virando de costas, e o Jarbas (nome do motorista) tirou seu sutiã começando a acariciar seus seios e beijar sua nuca e seu pescoço. Ela se deliciava e gemia, sem saber que eu estava observando e que via tudo o que estava acontecendo. Foi aí que ele lançou um olhar em direção à porta e viu que eu estava observando. Engoli seco e não consegui esconder meu nervosismo, pois, no fundo, estava gostando de tudo aquilo. Ele sorriu e não parou, continuando a sacanagem com minha mãe, talvez por ter notado o quanto eu estava apreciando aquilo. Depois disso ele colocou os dedos por dentro da calcinha dela e começou a masturbá-la, beijando suas costas, sua bunda e tirando a peça até que os dois ficaram completamente nus. Então, ela o pegou e o puxou pelo pau até a cama, deitando-se e ele veio por cima, abraçando-a com força e enfiando a vara com gosto. Não conseguia acreditar que ela podia suportar a penetração de algo daquele tamanho e, sem conseguir conter minha excitação, coloquei a mão por baixo da saia, afastei minha calcinha e comecei a tocar uma siririca. Como estava de saia, podia disfarçar caso o Márcio saísse do banheiro. Não queria que ele visse o que minha mãe estava fazendo, pois não sei o que ele ia dizer daquilo. Sem falar que, por que não admitir, eu mesma estava começando a sentir algo que nunca havia sentido por um empregado antes, um desejo fervoroso de que fosse eu que estivesse com ele naquela cama e não minha mãe, pois nunca tinha visto uma cena tão cheia de magia como aquela. O cheiro de sexo podia ser sentido no ar e penetrava nas minhas narinas de uma forma mágica e poderosa.
Ela dizia coisas sem nexo, gemia alto e pedia mais pau, falava do meu pai dizendo coisas como “o corno do meu marido tem um pau muito menor que o seu” e que ele não era de nada. O negão ria e mandava ver. Em seguida, tirou aquele pinto que mais parecia um amortecedor de carro pra fora e colocou minha mãe de quatro, voltando a penetrar e colocar com força, segurando sua cintura enquanto ela fazia comentários que eu sequer imaginava que soubesse, do tipo “come a sua puta, sua vadia, faz o que você quiser comigo” e ele ria e lhe dava tapas na bunda, e ela pedia por mais. Às vezes jogava o corpo pra trás pra conseguir uma penetração maior, ou simplesmente passava os dedos por baixo pra tocar nas bolas dele. Era uma cena de tirar o fôlego, talvez acentuada pelo fato de que minha mãe e eu somos loiras de olhos verdes e ele é negro do tipo azulão, bem escuro. Talvez esse contraste seja a magia que fez com aquela cena parecesse tão bela e tão excitante.
Súbito, ouvi a porta do banheiro do meu quarto se destrancar. Era o Márcio saindo do banho. Me ajeitei e voltei pro meu quarto e, quando entrei, disse que estava conversando com minha mãe. Ele quis dizer boa noite pra ela, mas eu disse que ela já estava dormindo e que era melhor que não fosse incomodada. E, depois, eu tinha coisa melhor pra fazer com ele, aproveitando o fato de que tinha acabado de sair do chuveiro e estava todo perfumadinho. Parti pra cima dele e caímos na minha cama, dando uma trepada muito gostosa, como nunca havíamos dado antes. Mas, por que não admitir, dei pra ele pensando no motorista e em tudo que vi ele fazendo com a minha mãe alguns minutos antes, e pensando em como ia ser bom se, pelo menos uma vez, eu pudesse sentir aquela rola poderosa dentro da minha boceta e, quem sabe, dentro do meu cuzinho.
No dia seguinte, Márcio acordou muito bem humorado e me agradeceu pela grande transa da noite anterior. Minha mãe tomou café com a gente e tinha uma certa dificuldade pra sentar. Quando perguntei o que tinha acontecido ela disse que tinha escorregado e caído no banheiro. Eu fingi acreditar e mudamos de assunto, falando do fim de semana, que meu pai tinha ido resolver assuntos na fazenda e etc. Minha mãe reclama que ele é um workaholic e coisa e tal. Mas não sei se é por isso que ela dá pro motorista. Eu cheguei a me perguntar se meu pai poderia estar sabendo de tudo isso, das coisas que eles faziam, mas procurei não pensar nisso. Na verdade, não ia poder fazer isso nem que quisesse, já que a única coisa que eu tinha na cabeça até o momento era a cena que presenciei ontem à noite e uma vontade quase incontrolável de dar uma trepadinha com o Jarbas. Logo depois do café, Márcio saiu pra ir pra academia. Eu disse pra ele que ia ficar em casa pra preparar um trabalho pra faculdade. Minha mãe pegou seu carro e falou que ia visitar uma amiga. Incrivelmente, ela deixou Jarbas em casa. E, como meu pai estava fora, eu estava lá, sozinha com ele.
Comecei a pensar nas circunstâncias, em como deveria agir e tudo mais. Se o motorista não estava trabalhando devia estar na sua casa, a poucos metros da nossa. Eu estava muito tímida e, por que não dizer, envergonhada, mas decidi dar um pulinho até a casa pra dar uma espiadinha no que ele devia estar fazendo. Fui descendo até a lá, rezando pra que realmente não tivesse ninguém por perto, pois duvido que eu fosse conseguir pensar numa boa explicação pra estar indo até a casa dele, sendo que eu podia mandar ele ficar pronto pelo interfone caso quisesse sair. Sem falar que minha família sabe que eu não sou de ficar falando com os empregados, o que ia tornar a explicação mais difícil ainda.
Logo que chego lá perto procuro me esconder entre os arbustos. Ele estava do lado de fora da casa, treinando com seus pesos, fazendo supino. Como ele era forte, ver seu corpo suado e pulsando com a força que ele provavelmente tinha era excitante demais. Logo comecei a sentir que estava ficando molhada de novo e comecei a lamber meus lábios, além de colocar a mão por dentro do meu vestido e começar a tocar uma outra siririca. Estava sem calcinha, pois não visto pra dormir e ainda não tinha trocado de roupa. E, agora, estava ali, observando aquele tesão de homem, louca pra chegar junto e ordenar que colocasse em mim aquele pau delicioso. Fiquei ali escondida por mais ou menos uma hora, assistindo ele fazer os exercícios, até que ele foi pra dentro da casa. Dei a volta e fui até a janela do banheiro, pra onde imaginei que ele estivesse indo. Ele passou pela porta do banheiro, indo até a cozinha beber alguma coisa. Depois, voltou e fechou a porta pra tomar banho. Eu observei tudo do vitrô quando ele tirou o short e deixou amostra o meu objeto de desejo. Ele olhou pela janelinha e viu que eu estava ali. Quase morri de vergonha, não sabia onde enfiar minha cara e ele sorria, entrando no box e ligando o chuveiro pra tomar banho. Então, como se soubesse que é o dono da situação ali, ele piscou pra mim e fez sinal com a cabeça, pra que eu desse a volta e entrasse no banheiro. O safado parecia saber que era isso que eu queria.
Decidi então mandar a vergonha pra aquele lugar e dei um sorriso tímido, dando a volta na casa e entrando pela porta da frente, caminhando até o banheiro. A porta estava destrancada e eu respirei fundo antes de abrí-la totalmente e vê-lo do outro lado, completamente nu e com a água do chuveiro caindo sobre aquele corpo másculo, soberbo. O olhar dele era convidativo e apimentado, me hipnotizando completamente. Disse pra que eu tirasse meu vestido e eu não pensei duas vezes em fazê-lo, jogando-o no chão e indo vagarosamente na direção dele, que estendeu seu braço, pegou minha mão e me puxou de encontro a si, me beijando com volúpia e tesão, destroçando qualquer resquício de pudor meu ou qualquer lembrança do meu namorado, enquanto a água quente caía sobre nós dois como se fossemos um e eu agora retribuía as carícias dele passando minhas mãos no seu peito e suas costas. Ele tocava em mim com sua mão calejada e grande, indo das minhas costas até a minha bunda, parando pra chupar meus peitinhos um de cada vez e me transformando numa fêmea tarada, que não pensava em outra coisa a não ser a submissão absoluta àquele homem e a me dedicar naquele momento unicamente a fazer com que ele me penetrasse com todo o seu prazer.
Eu estava cega de desejo. Fiquei de joelhos e tomei seu membro com as mãos, começando um vai e vem delicioso dentro da minha boca. Brincava com suas bolas e acariciava suas coxas enquanto aquele pau enorme entrava e saía, chegando até a minha garganta, e ele dizia que eu chupava tão bem quanto a minha mãe. Senti um misto de tesão e raiva quando ele falou dela, e dei uma mordidinha na cabaça do seu pau, lambendo-a como um sorvete logo em seguida. Às vezes parava pra masturbá-lo e bater com a vara no meu rosto e na minha boca, e ele me chamava de putinha gostosa e de safada e eu dizia que ele é que era um grande safado e também o homem mais gostoso do mundo. Então ele desligou o chuveiro e nos enxugamos, nos preparando pra o que viria a seguir. Eu, então, me lembrando da cena de ontem à noite, segurei no seu pau e o puxei na direção do seu quarto, sorrindo com malícia e dando uma piscadinha pra ele, que gargalhou. Então me sentei na cama dele, dando um último beijo na cabeça do seu pinto e me deitei, respirando fundo e me preparando pra receber aquele jagunço dentro da minha boceta. Ele foi logo se ajeitando e posicionou seu colosso na minha fenda, que já estava ensopada de ansiedade.
A cabeça custa um pouco a entrar, mas depois a tora foi entrando devagarzinho, e então passou a deslizar pra dentro e pra fora, me fazendo delirar e virar os olhos de tanto prazer. Não conseguia acreditar que tinha agasalhado aquele monstro na minha racha, nunca havia sentido aquilo. O sexo com o Márcio era muito bom, mas não podia ser comparado ao que meu motorista estava provocando em mim. Aos poucos fui me acostumando e comecei a acariciar suas costas enquanto ele ia e vinha, me penetrando com uma perícia que eu jamais havia visto em um homem. Ele me abraçou com força e beijava meu pescoço, ombro e orelhas, eu podia sentir seu cheiro e seu tórax bem trabalhado de encontro aos meus seios, enquanto me perdia em meio a meus gemidos e gritos de prazer. Colocando minhas pernas em seus ombros ele ficou de joelhos na cama e socava com força aquela pica destruidora, que estava me dominando completamente e arrancando gemidos altos e despudorados da minha boca. Disse então pra que eu ficasse de quatro e eu, sem hesitar, me virei. Logo ele estava lá, de novo, encaixando aquela maravilha na minha racha, enquanto segurava na minha cintura e eu lhe dizia pra socar a vara sem dó e me fazer de puta, de vadia o que ele quisesse. O safado me deu um tapa na bunda e disse que só daquele jeito eu subia na vida, e isso me deixou mais louca de tesão ainda. Eu mordia o travesseiro e enterrava as unhas no lençol, enquanto ele continuava batendo na minha bunda e me penetrando ainda com mais força pra, em seguida, gozar com toda força, fazendo com que eu sentisse toda a sua porra quente dentro de mim.
Ele retirou seu pau de dentro de mim e nos deitamos. Apoiei a cabeça no seu peito, eu estava ofegante e precisava recuperar o fôlego, enquanto ele não demonstrava cansaço algum. Seu pau, embora amolecido, ainda tinha um tamanho respeitável e eu brincava com ele enquanto meu negão descansava e se preparava pro próximo assalto. Perguntei pra ele há quanto tempo estava comendo a minha mãe e ele disse que já tinha algumas semanas. Na primeira vez ela e meu pai estavam voltando de uma festa ele estava tão bêbado que não dizia uma palavra que prestasse. Então, minha mãe o chamou e os dois treparam na cama enquanto meu pai dormia feito um urso no sofá ao lado. Não podia acreditar no que estava ouvindo, mas ao mesmo tempo parecia entrar por um ouvido e sair pelo outro, pois eu só conseguia prestar atenção no seu instrumento, que eu estava punhetando bem devagar, pois queria que ele ficasse logo pronto pra dar mais uma. Geralmente, com o Márcio, logo que terminávamos de transar íamos arrumar outra coisa pra fazer, mas com Jarbas era diferente, eu não podia me contentar em dar só uma trepada com ele.
Não demorou muito e o bicho já estava duro outra vez. Queria saber da onde ele tira essa energia toda, mas também sabia que aquele não era o momento pra descobrir. Voltei a chupar aquela delícia e, quando já estava parecendo mais uma rocha que um pênis, ele pegou um creme na cômoda e disse que ia me comer a bundinha. Já tinha sido enrabada algumas vezes, mas não sabia se ia aguentar aquele colosso dentro do meu rabo. Pensei em negar, mas como dizer não pra um pau tão gostoso? E, por que não admitir, eu havia cogitado a possibilidade do Jarbas pôr no meu cuzinho. Ele fez com que eu me deitasse na cama e lubrificou meu ânus e a cabeça do seu pau e, depois disso, se deitou sobre mim, posicionando seu campeão na entrada da minha bundinha.
É impossível descrever a dor que eu senti naquele momento. Enquanto a cabeça entrava parecia que eu estava cagando um melão, só que pra dentro. Cheguei a pedir que parasse, mas ele me ignorou e continuou empurrando aquela cobra pra dentro do meu cu, enquanto eu gemia de dor e de prazer ao mesmo tempo. Logo consegui sentir suas bolas tocando nas minhas nádegas e ele começou a entrar e sair bem devagar. Achei que fosse porque percebeu que estava me machucando, mas não, ele sorria e dizia no meu ouvido que adorava rasgar o cuzinho de uma putinha burguesa e que tinha feito a mesma coisa com a minha mãe, embora ela tivesse aguentado mais do que eu. Eu comecei a chorar e disse que odiava ele, mas ao mesmo tempo pedia que continuasse enterrando aquele pau maravilhoso no meu rabo. Quase rasgava o colchão com as minhas unhas enquanto ele dizia no meu ouvido que, daquele dia em diante, meu cuzinho era todo dele e que ele ia fazer o que e quando quisesse comigo. Eu só conseguia concordar, estava vidrada, a dor logo se tornava prazer e eu suplicava por mais pau, implorava pra que nunca deixasse de me comer e, enquanto isso, o tarugão ia ficando mais duro e inchado dentro da minha bunda.
O ritmo da penetração foi ficando mais rápido. Ele gostava de me ouvir gemer e pedir por mais e lambia uma outra lágrima que saía dos meus olhos, me chamando de putinha gostosa, safada, ordinária, e isso me fazia pedir ainda mais que ele continuasse me fodendo com toda a força. Nos ajeitamos e eu fiquei de quatro, ele me batendo com a mão grande e calejada e eu tocando nas suas bolas, o que o deixava ainda mais excitado e fazia com que seu pau inchasse ainda mais que antes. O anel do meu cu ardia pra valer, mas eu nem pensava em pedir que ele parasse. Sentia seus testículos batendo contra minhas nádegas e mudamos de posição outra vez. Ele retirou seu pau da minha bunda e se deitou na cama, mandando que eu me sentasse. Eu seinti um vazio enorme quando ele retirou o membro do meu anelzinho e, logo em seguida, senti esse espaço ser preenchido de novo quando sentei na sua rola e comecei a ir pra cima e pra baixo, rebolando e gozando sem parar naquela beleza. Ele colocou as mãos na minha bunda e me amparava, sugando meus seios enquanto eu me mexia. Ficamos mais um tempo nisso e ele gozou, enchendo meu cuzinho com seu leite, que passou a escorrer pela parte de trás das minhas pernas. Eu não acreditava no que tinha acontecido e começamos a rir.
Tomamos um banho pra tirar o suor, tínhamos passado mais ou menos duas horas ali e eu precisava subir logo antes que alguém aparecesse em casa. Mas, pra mostrar meu agradecimento, fiquei de joelhos diante dele e chupei seu membro uma última vez, com muita vontade, até ele gozar gostoso dentro da minha boca. Não gostava de engolir porra, mas fiz questão de beber cada gota da dele, pois aquele gigante havia me dado a melhor trepada da minha vida. Então, vesti meu vestido de novo e subi até minha casa.
Lá pela tarde, meus pais estavam todos em casa e almoçamos juntos. Eles conversavam sobre a fazenda e tudo mais, e eu, logo que cheguei à sala de jantar, apresentava uma estranha dificuldade pra sentar. Minha mãe me perguntou o que era e eu disse que havia escorregado e caído no banheiro. Ela estranhou o que eu disse e engasgou enquanto comia. Eu segurei uma risada e meu pai perguntou se estava tudo bem. Eu me pergunto se ela entendeu a brincadeira ou se não chegou a fazer uma ligação com o meu comentário e o que ela havia feito hoje no café da manhã. De qualquer modo, sei que ela continua dando pro Jarbas, assim como eu, e, se ela se sente como eu me sinto nas mãos do nosso motorista, isso não vai acabar tão cedo.

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