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Erótico-->Iniciação de uma puta casada -- 13/05/2004 - 09:54 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Tenho 30 anos, aos 22 me casei com o Adolfo, que conheci durante a faculdade. Foi um daqueles típicos namoros onde duas pessoas se conhecem e passam meses como amigos até rolar o primeiro beijo, mesmo porque foi assim que fui acostumada a acreditar que um namoro deveria ser. Após três anos de casados nasceu nosso primeiro filho, eu já estava acostumada às obrigações do lar e até mesmo o sexo parecia ter virado algo rotineiro. Ainda desejava meu marido, mas nosso sexo era bastante comum, especialmente porque eu mesma era bastante ingênua sobre muitas coisas, já que nunca havia visto um filme pornô ou lido uma revista desse tipo. Isso iria mudar em pouco tempo.
Um dia estava na locadora procurando um vídeo pra assistir com as crianças. Adolfo estava passando um tempo na Europa a serviço da empresa e eu ficaria sozinha por volta de três semanas. Súbito, enquanto procurava por um algo que pudesse divertir os meninos, algo me atraiu em direção aos filmes pornôs, talvez curiosidade. Comecei a olhar as prateleiras e ver se encontrava algo que me chamasse a atenção. Todos os filmes pareciam muito parecidos, como se todos os dvd’s fossem um só, o que fez com que eu logo me aborrecesse e chegasse a pensar em desistir de alugar o filme. Finalmente, um pouco mais a frente, encontrei algo que pareceu mais interessante, um filme interracial onde homens negros faziam sexo com mulheres loiras. Como nunca havia pensado em algo do tipo, resolvi que era aquele o disco que iria levar, mas ao mesmo tempo fiquei indecisa, pois tive medo que algum conhecido estivesse na locadora e me visse levando o filme. Mas a curiosidade acabou falando mais alto e eu acabei levando o dvd.
Ironicamente, durante o caminho, eu podia sentir um desejo incontrolável de assistir logo ao filme lutanto contra uma vergonha também muito forte. Jamais havia feito algo do gênero e provavelmente não conseguiria contar a Adolfo que o havia feito quando ele voltasse de viagem. Mais tarde, já em casa, assisti com as crianças ao filme que aluguei para elas e, à noite, quando haviam ido dormir, decidi assitir ao interracial que havia escolhido de tarde na loja. Eu estava em meu quarto, na minha cama, e os meninos dormiam como dois anjinhos. Então apertei a tecla play e, durante um trailer ou outro sobre outros filmes, sentia minha expectativa aumentar. Logo o filme começou e eu me mantive atenta a tudo o que acontecia.
O espanto que senti nos momentos seguintes era quase indescritível.; uma mulher loira, tipo escandinava, se entregava sem o menor pudor a um homem negro cujo pênis devia ser maior que meu ante-braço. Eu podia dizer que o membro era uma verdadeira cobra, grande demais para que a mulher segurasse só com uma das mãos e que quase não cabia dentro da sua boca. Fiquei pasma de ver como ela chupava aquele colosso, mesmo por que jamais havia feito sexo oral antes, já que meus pais sempre me ensinaram que apenas prostitutas faziam isso. Ela sentava naquele colosso, ficava de quatro, gemia e gritava pedindo por mais, chegando até mesmo a permitir que ele fizesse sexo anal com ela, outra coisa que eu jamais havia feito antes. Logo meu espanto foi dando lugar a uma excitação e a um fogo que eu jamais havia sentido antes e, logo que a primeira parte do filme acabou, dei uma pausa e fechei a porta do meu quarto, para garantir que os meninos não acordariam com o som do filme. Depois disso continuei a assistir ao filme, desta vez eram dois negros e uma loira que estavam em uma casa. Quando pensei que as surpresas haviam acabado, percebi que o que eu vi antes era só o começo. Não podia acreditar na cena que estava presenciando, ela chupava os dois membros ao mesmo tempo, era penetrada por um na vagina e pelo outro no ânus, depois invertiam os papéis. E, no final, como de costume, os homens ejaculavam no rosto da mulher, e ela bebia boa parte do esperma, deixando que o resto escorresse por seu rosto até os seios.
Vendo tudo isso não pude me conter.; sentia um líquido quente escorrer por entre minhas pernas e, pela primeira vez depois de casada, comecei a me masturbar furiosamente, repetindo o filme uma, duas, cinco vezes. Eu sentia algo que jamais havia sentido com meu marido e começava a me assustar com as idéias que começavam a brotar em minha cabeça, pois seguí-las significava trilhar um caminho do qual eu jamais poderia voltar. Eu ainda tinha pouco mais de duas semanas até que ele voltasse para o Brasil e estava muito excitada com o que havia visto no filme e não consegui mais negar o que estava querendo.; havia me decidido a aproveitar o tempo em que meu marido estava fora para conhecer um homem que fizesse comigo exatamente o que havia visto no filme. Embora tivesse hesitado muitas vezes, por achar que deveria conversar sobre isso com Adolfo, sabia que ele não iria entender, pois nosso sexo era muito básico e ele não admitiria uma mudança no meu comportamento. E, por que não admitir, era de um homem negro que eu estava necessitada, precisava sentir um membro como aquele dentro de mim, o de meu marido parecia de brinquedo perto daqueles. Finalmente tomei minha decisão e comecei a planejar um meio de concretizar meu plano. Mas havia também as crianças e eu precisava arrumar alguém com quem deixá-las enquanto realizava minha fantasia. No dia seguinte liguei para minha sogra e disse a ela que iria sair com algumas amigas para fazer umas compras e pedi que olhasse as crianças enquanto isso. Ela não demorou para concordar e, na tarde seguinte, estava em casa. Eu saí logo em seguida, eram mais ou menos 13:00hs e eu planejava ficar fora até mais ou menos umas 17:00hs. Como não sabia muito bem onde procurar decidi ir até o centro da cidade, próximo ao Anhangabaú, onde existem vários cinemas pornôs, para ver se lá poderia encontrar o que estava procurando. Eu estava usando uma calça bem apertada e uma blusa que deixavam meus seios o mais visíveis possível, pois queria tornar bem óbvias as minhas intenções.
Logo que cheguei ao centro da cidade, estacionei o carro e caminhei em direção a um dos cinemas. Aquele nervosismo do dia anterior começava a tomar conta de mim novamente e eu quase pensava em voltar atrás. Mas sabia que iria me arrepender se fizesse isso e segui em frente. Se fosse pra me arrepender de algo, que fosse do que eu fiz e não do que deixei de fazer, pois se não o fizesse nunca iria saber. Logo chamei a atenção dos olhares de todos os homens no cinema, talvez por não haver muitas mulheres por lá. O filme rolava mas eu procurava não prestar muita atenção, buscando entre os espectadores algo que preenchesse meus requisitos. Quase todos os homens no cinema se masturbavam enquanto assistiam ao filme, mas a maioria deles tinha físico comum, nada que despertasse meu interesse. Continuei caminhando até que arrumei um lugar para me sentar, talvez se esperasse um pouco pudesse encontrar alguém. Como que por ironia do destino, logo em seguida chegou um homem alto, negro e, apesar da escuridão do lugar, parecia ser bem interessante, passando por perto de onde eu estava sentada. Como ele despertou meu interesse, pra não dizer apetite, decidi seguí-lo e ver onde ia se sentar, procurando me sentar na fileira anterior. Fiquei esperando que se masturbasse pra que eu pudesse ver o tamanho de seu membro mas, pra minha surpresa, ele não fez nada, ficou apenas assistindo ao filme. Eu não tirava os olhos dele, esperando que fizesse alguma coisa até que, subitamente, ele se virou, olhando pra mim. Num misto de surpresa e nervosismo eu olhava para os lados, sem saber o que dizer ou fazer. Então ele começou a falar comigo, dizendo que não era muito comum uma mulher entrar num cinema daquele tipo, ainda mais sozinha. Disse a ele que estava curiosa e que meu marido não sabia que eu estava ali, que estava viajando. Então ele se levantou e veio até o meu lugar, sem sequer perguntar se eu queria companhia. Como uma resposta a isso, ele me disse:
- Não vou perguntar se quer companhia, mesmo porque não ia ter vindo aqui se não quisesse, não é mesmo? - Eu gelei quando ele disse isso, e não consegui negar, concordando que estava ali procurando por um homem. Ele sorriu, e começou a acariciar meu cabelo sem que eu conseguisse me desvencilhar ou dizer qualquer coisa. Era como se eu não pudesse fazer nada a não ser aceitar aquilo e concordar com tudo o que viesse depois. Estava totalmente nas mãos dele, à sua disposição, e ele notou isso, colocando a mão na minha coxa e acariciando-a. Pude sentir meus mamilos se endurecerem como pedra e um calafrio de excitação descer por entre as minhas pernas.
Então ele pegou minha mão e a colocou em cima da sua virilha, mais precisamente sobre seu membro. Tive quase certeza de que estava totalmente duro, pois o volume que eu sentia na calça era completamente incomum. Ele olhava pra mim, sorrindo, e eu, instintivamente, comecei a acariciar aquela coisa que parecia crescer cada vez mais debaixo da sua calça. Disse que eu parecia saber das coisas e perguntou se eu sabia o que tinha que fazer em seguida. Eu engoli seco, sabendo o que fazer e sem saber como. Então abri o zíper da sua calça, meio que sem jeito, vendo logo saltar seu pênis para fora, o que me fez ficar sem voz e de boca escancarada. Não podia acreditar no tamanho daquilo, devia ter mais ou menos vinte centímetros, fazendo com que o de meu marido parecesse um dedo enquanto o dele era equivalia a um braço. Comecei a masturbá-lo vagarosamente, meio que sem saber o que fazer e bastante tímida, principalmente por estarmos em um cinema. Ele, no entanto, chegou perto do meu ouvido e mandou que eu chupasse seu membro, num tom autoritário e despudorado que chegou a me excitar ainda mais, mas sem conseguir apagar minha timidez. Eu disse que não conseguiria, que nunca havia feito aquilo antes, nem mesmo com meu marido. Ele, por sua vez, num tom ainda mais autoritário, pra não dizer irritado, disse que não queria saber se eu já tinha feito ou não, que ele havia dito pra fazer e já era. Ele continuava acariciando meu cabelo, quase puxando, e eu, como se me sentisse na obrigação de fazer aquilo, me abaixei e coloquei na boca aquele pênis desconhecido e grande, chupando a cabeça enquanto o masturbava.
Eu ainda não podia acreditar que estava fazendo aquilo. Não tinha nem quinze minutos que tinha conhecido aquele homem, não sabia sequer o nome dele e estava ali, fazendo com ele algo que eu sequer sonhava fazer com meu marido. Ele continuava acariciando meu cabelo, minhas costas, até que colocou uma das mãos por dentro da minha calça e começou a bolinar meu ânus. Eu nunca havia sentido aquela sensação antes, continuava sem palavras e chupava aquele pau enorme, agora indo de cima até embaixo, enquanto ele enfiava aquele dedo grosso dentro de mim, sussurrando coisas no meu ouvido como”putinha gostosa, você sabe mesmo das coisas” no meu ouvido, eliminando os últimos resquícios de timidez e pudor que eu pudesse sentir. Eu estava gostando daquilo, era exatamente o que eu queria e sequer pensava em meu marido. Estava traindo-o sem o menor remorso e desejando que aquilo não acabasse mais. Ele me fez parar de chupar seu cacete, mas eu sentia uma vadia tarada surgindo dentro de mim e não conseguia soltá-lo. Ele então disse “vai, puta, chega. A gente acabou por aqui. Eu tenho outros planos pra você.” Eu fiquei me perguntando que planos seriam esses, enquanto isso ele guardou seu membro e me pegou pelo braço, e nós saímos do cinema.
Do lado de fora pude prestar melhor atenção nele e ver que possuía uma ótima aparência, com ombros largos, coxas grossas e sem barriga. Eu disse a ele que não podia acreditar que tinha feito aquilo, pois nunca havia estado com outro homem que não fosse meu marido. Ele cortou o assunto e perguntou onde eu tinha deixado meu carro. Apesar da falta de educação dele não consegui contra-argumentar e lhe respondi que o carro estava no estacionamento. Ele me disse então pra que fosse buscá-lo e o pegasse examente naquele ponto e pra que não demorasse. Fui andando até o estacionamento e comecei a me perguntar por que não ia embora e o deixava por ali mesmo. Mas eu sentia uma excitação muito grande com aquela atitude dominadora do desconhecido e sabia que não conseguiria ir embora por mais que quisesse. Peguei o carro o mais rápido que pude, toda atrapalhada pra pagar o estacionamento e voltei até ele. Então me disse pra ir em direção à zona leste, onde era seu apartamento. Perguntei então seu nome e ele se identificou como Marcos. Ele disse que eu me saí muito bem no cinema, que ele estava mesmo procurando por uma putinha loira (não consegui sentir raiva quando me chamou assim) e que ele ia adorar ver a cara do meu marido se ele estivesse lá, vendo a esposinha dele chupando a rola de um negão como nunca havia feito com ele antes. Disse que eu era mesmo muito safada, que já tinha me visto quando entrou no cinema e que notou quando fiquei de olho nele. E que quando eu o segui notou que eu era realmente uma escrava procurando por um homem que me tratasse como tal. Engoli seco naquela hora, me perguntando o que ele quis dizer com aquilo. Perguntou onde eu morava e eu lhe disse que era nos Jardins. Então, deu risada e disse que ele não podia sonhar com algo melhor, uma putinha casada que mora nos Jardins pra ele fazer de gato e sapato. Se eu ouvisse isso de outro talvez achasse ruim, talvez parasse o carro ali mesmo e fizesse descer, mas dele não.; tudo que eu podia fazer era ouvir e sentir uma ansiedade de deixar que ele fizesse tudo o que bem entendesse comigo. Pouco tempo depois chegamos até Guaianazes, no prédio onde ele disse morar. Fiquei abismado de ver a vizinhança, totalmente o oposto daquela que eu estava acostumada a ver. Ao notar meu olhar de espanto ele me disse pra não bancar a burguesa metida e entrar logo porque o que tinha pra ser feito estava lá dentro. Como se não soubesse fazer nada mais além de concordar com ele, fiz o que mandou e entramos no prédio, subindo até o apartamento. Quando chegamos lá nos encontramos com outros quatro amigos dele, que ouviam rap quase no último volume.
Eles nos viram entrar e não pensaram duas vezes, começaram a assobiar e dizer que seu amigo tinha trazido uma putinha loira pra eles se divertirem, coisas do tipo. Eu já não entendia mais nada, mas, como se eu já soubesse o que estava por vir, me lembrei da cena onde a loira é possuída por vários negros ao mesmo tempo e novamente aquele calafrio de excitação começou a me percorrer a espinha. Eles me cercaram e me olharam de cima até embaixo, fazendo comentários de aprovação. Marcos contou a eles o que aconteceu no cinema, dizendo que “a putinha já tinha dado uma amostra do trabalho por lá mesmo” e eu, já sem saber o que fazer, disse a ele que precisava ir andando e que estava tarde. Não conseguia disfarçar meu medo, pois não conhecia ninguém ali e, embora estivesse muito excitada, tive medo do que poderiam me fazer. Então, vendo que eu pretendia ir embora, Marcos me puxou pelo cabelo e disse que eu não havia me dado permissão pra ir embora e que eu só iria depois que fizesse tudo aquilo que eles queriam. Os outros vibravam e diziam que eu tinha que aprender quem é que mandava ali, e mais uma vez eu sentia aquele desejo de submissão absoluta tomar conta de mim, sendo incapaz de fazer qualquer coisa que não fosse o que eles mandassem. A um comando de Marcos eles começaram a tirar a roupa, todos se revelando extremamente dotados, uns mais longos, outros mais grossos e alguns misturando comprimento e grossura. Possuíam corpos maravilhosos e me ordenaram que ficasse de joelhos, pois eu havia me comportado mal e precisava ser disciplinada. Eu me abaixava devagar, mas um deles perdeu a paciência e, me empurrando pela cabeça gritou: “Abaixa, pilantra!”. Logo eu estava ajoelhada, olhando pra todos aqueles pintos à minha volta, tendo o de Marcos à frente. “Vai, puta, é pra hoje isso aí, por que tá demorando?”, ele disse. Então voltei a chupar seu membro, que parecia muito maior do que eu havia visto no cinema, enquanto masturbava outros dois. Logo estava me revezando e chupava ora um, ora outro, sempre tendo um membro em cada mão. Eles riam e diziam que eu era mesmo uma grande puta e que ia fazer tudo o que eles quisessem se não quisesse levar uma coça das bravas. Em pouco tempo estava chupando dois paus ao mesmo tempo, enquanto masturbava outros dois e um deles esfregava o membro no meu ombro. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. Eu, que havia casado virgem e que jamais havia feito nada com meu marido além do sexo ocasional, estava agora me entregando a cinco desconhecidos e permitindo que fizessem tudo o que queriam de mim.
Um deles disse que já era o bastante pra aquecer e que agora já era tempo de começar a diversão. Eles afastaram os sofás e a mesinha da sala e um deles se deitou no chão. Eles então me mandaram sentar sobre seu membro, mas eu disse que não aguentaria, que era grande demais. Foi então que Marcos perdeu a paciência e me deu uma bofetada no rosto que até hoje me pergunto como não tirou meu queixo do lugar, me chamando de puta burra e dizendo pra parar com enrolação e fazer logo o que eles estavam mandando. Fui então me abaixando e procurando encaixar como podia aquele colosso dentro de minha vagina, entrando aos poucos. Eu quase não podia acreditar que estava aguentando tudo aquilo, mas logo a dor se transformou em prazer e eu comecei a subir, descer, rebolar em cima daquele mastro maravilhoso. Os outros riam e faziam comentários, dizendo que “a putinha tava gostando” e que queriam que meu marido visse aquilo. Ofereceram seus membros pra que eu chupasse e não me fiz de rogada, avançando sobre eles enquanto cavalgava o que estava deitado. Chupava um, depois outro, e mais outro. Então Marcos começou a se ajeitar por trás de mim, passando um creme no meu ânus e posicionando a ponta de seu membro na entrada. Eu sabia o que ele estava querendo mas pedi que não o fizesse, pois nunca havia feito sexo anal e seu pênis era grande demais. Ele não disse nada e foi logo empurrando a cabeça, que foi o que mais doeu, e em seguida o resto, enquanto eu não escondia as lágrimas de dor e eles riam, sem mostrar qualquer compaixão. O outro continuava penetrando minha vagina enquanto meu cuzinho era completamente alargado por Marcos. Logo os dois entraram em sintonia e eu me adaptei a ambos, sentindo a dor novamente se transformar em prazer enquanto aqueles dois gigantes me penetravam sem qualquer pudor. Eu gemia alto, mesmo tendo outros três membros em minha boca.
Passamos coisa de dez minutos naquela posição. Depois os dois saíram, enquanto eu continuava me acabando, desejando mais, e outro deles se deitou, e passei a cavalgá-lo. Outro logo se posicionou, me fazendo acreditar que iria ter mais uma sessão de sexo anal. Mas, em vez disso, ele também colocou seu pau na entrada da minha vagina e, logo, pude sentí-la se alargar ainda mais, tendo dois membros ultra-dotados dentro dela. Eu gemia como louca e os outros três só assistiam, enquanto eu chupava seus membros com fome e sem qualquer vergonha de tudo o que estava fazendo. Estavam me arrombando, me fazendo de gato e sapato e eu queria mais, quase suplicando. Depois de um tempo eles me disseram pra ficar de pé e me debruçar na pia da cozinha. Fomos até lá e eles me seguiam com aqueles membros enormes, eretos, e fizeram uma fila. Disseram que não iam gozar na minha cara como acontece nos filmes, que iriam fazer uma coisa diferente. Então, um por um, passaram a me penetrar, enquanto eu me debruçava, de forma mais agressiva e mais forte que antes.
O primeiro da fila era o rapaz que ainda não havia me penetrado. Seu membro era duro, soberbo, ele me segurava pela cintura e me dava tapas na bunda, me chamando de putinha gostosa e eu me deliciava, dizendo que sim, que queria ser a puta dele e de todos os outros, que podiam fazer o que quisessem do meu cu, minha boceta e todo o resto, coisas que eu jamais sonharia em dizer para meu marido. Ele apertou meus seios com fúria e começou a foder ainda mais rápido quando subitamente senti seu leite jorrar dentro de mim. Isso me causou um misto de excitação e medo, pois não estava tomando pílula e eles não usavam presevativo. Mas por outro lado o desejo me dominava cada vez mais e não me importei. Logo veio o segundo, seguindo o mesmo ritmo, o terceiro, o quarto e, por último, Marcos. Todos deixaram suas assinaturas dentro do meu ventre, ejaculando prolongada e abundantemente. Depois disso eles precisavam de tempo para se recuperar e me disseram pra lavar a louça e preparar algo para que comessem mais tarde. Eu pensei em protestar, mas como dizer não a cinco homens tão gostosos? Com minha vagina completamente enxarcada pelo esperma dos cinco comecei a fazer o que mandaram, enquanto eles ficavam conversando na sala e vendo televisão.
Terminada a faxina, Marcos disse que ela havia sido aprovada e que, daquele dia em diante, seria a putinha oficial do grupo. Disse também que eu deveria voltar no fim de semana porque eles iriam convidar mais alguns amigos e iam precisar de mim pra divertí-los do mesmo jeito que fiz com eles hoje. Pra finalizar, me ordenou que ficasse de joelhos e chupasse os cinco e eu, sem hesitar, o fiz. Marcos foi o primeiro dessa vez e disse que eu deveria chupar, beber todo a porra que viesse e ai de mim se deixasse uma única gota cair no carpete. Então, um a um, eles gozaram na minha boca, depois que eu os chupasse como manda o figurino. Nunca havia bebido esperma antes, mas não me arrependi, pois aqueles cinco me deram uma tarde maravilhosa e eu até hoje me considero muito sortuda por ter ido àquele cinema.
Depois daquilo fui pra casa e encontrei minha sogra com as crianças. Perguntou sobre as compras, mas eu disse a ela que não havia encontrado nada que chamasse minha atenção. Ela foi embora e eu fui dormir cedo, pois estava muito cansada de toda aquela diversão com meus novos amigos. Eu sabia que minha vida havia mudado e que nada mais seria o mesmo, inclusive meu convívio com meu marido. Eu não pretendia me separar dele e abrir mão de meu conforto e do meus filhos também, mas tinha certeza que, no sábado, teria que ligar pra minha sogra ou pra outra pessoa que pudesse tomar conta das crianças, pois eu sabia que iria de novo até aquele apartamento procurar aqueles cinco negros e seus amigos e implorar pra que fizessem tudo aquilo comigo de novo.


Fim
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