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Discursos-->Desculpem-me , Mestres -- 15/10/2002 - 11:18 (Domingos Oliveira Medeiros) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Homenagem ao Dia do Mestre
(por Domingos Oliveira Medeiros)

Bastante infeliz a frase atribuída ao presidente FHC de que os professores limitam-se a “repetir em suas aulas o que outras pessoas fazem”. Alusão, injustificável, baseada na premissa de que, ao cientista que não consegue fazer grande descoberta, só lhe resta a alternativa de ser professor”.

Não é por outra razão que o país não consegue sair do apagão político, econômico e social em que se encontra. A escuridão envolveu, de vez, o bom senso, a criatividade e o respeito por uma classe tão desmerecida. E o desrespeito aos professores – principalmente os do ensino fundamental - derrama, naturalmente, em cima de todos os brasileiros, a indignação dos alfabetizados e dos analfabetos que aguardam, há tempos, por uma política educacional que valorize o ensino público de boa qualidade, motivando e facilitando o acesso a educação, na acepção ampla do termo, acabando, de vez, com a ferida do desencanto maior, daqueles que não tiveram a oportunidade de olhar mais adiante.

Da maior ou menor atenção que se der às questões educacionais neste país, dependerá, em grande parte, o tão almejado crescimento econômico e social, bem como a ruptura da subserviência ao capital estrangeiro.

Peço perdão a D. Elisa Augusta Rodrigues - quiçá ainda viva, e com saúde – minha primeira professora, fato que já demanda algum tempo, remetendo-me aos seis, sete anos de idade, na Cidade do Rio de Janeiro, local onde foram abertas, pela primeira vez, as duas principais janelas que dão vistas permanente para a imensa paisagem do conhecimento humano e do crescimento pessoal e profissional: as janelas “do ler” e “do escrever”, que logo dão acesso a tantas outras janelas: de pensar, de refletir, de criar, de fazer, de colaborar, de perdoar, de ensinar, de crer, de ter fé e de amar, entre tantas outras.

Ainda que a serventia do aprendizado seja, neste momento, para colocar, de joelhos, de castigo, no milho da reflexão e do arrependimento, nosso presidente e professor Fernando Henrique Cardoso.. “De calar não te arrependerás nunca; de falar, muitas vezes”.



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