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Contos-->HERÓIS CAIPIRAS - LIVRO -- 05/09/2006 - 12:37 (Orlando Batista dos Santos) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Prezados leitores/as:
Agradeço por sua visita a esta página.
O texto Heróis Caipiras, uma edição especial, pode ser obtido através do site Clube dos Autores, pelo link:
http://www.clubedeautores.com.br/authors/49590
Aproveitem para conhecer outras publicações de minha autoria, tais como: “A Guerra da Água” e as obras inéditas “Boca do Povo” e “Tiro e Queda – O Alho e o Limão”.
Um forte abraço.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES
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*** Minha família tinha um armazém de secos e molhados, chamada de "venda" e nós íamos entregar as "compras" encomendadas pelos fregueses. Muitas coisas descritas no livro me são familiares. Assim conheci muitas colônias de fazendas de Araras e os fregueses, com seus hábitos porque vinham também até à venda, trazer as listas de compras. Quanto aos fatos descritos no livro também identifico-os na cidade, porque nos anos 60 a cidade era também quase um sítio, visto de certa maneira. Não existia o consumismo, a circulação de dinheiro era pequena, os bens materiais eram caros.O livro conta a história de um Brasil rural, que dominava nesta época nas cidades menores, é importante para se comparar com a época atual, existiam muitas coisas boas que que se foram, é importante esta preservação da memória. Enfim, é um registro de uma época, que foi muito bem escrita de uma forma poética, deixando a leitura bem agradável e solta. Parabéns, seu Orlando!
Atenciosamente, Gino V. Zambon
Araras SP.

R: Muito obrigado, Gino. Como você mesmo diz, você já foi " caixeiro". Espero que você não tenha devolvido a listinha de compras de nenhum colono. Valeu!



*** Este é um conjunto de textos maravilhosos! É como se a qualquer momento fosse levantar os olhos das palavras e me encontrar sentada ao lado de um fogão à lenha onde estivesse sendo feito um delicioso doce de goiaba (e pude até sentir o cheiro). Li alguns contos ao meu avô (hoje com 94 anos) e os olhos dele cintilavam ao som daquelas lindas recordações! Por várias vezes ele dizia "e não é que era assim mesmo!" e caía na gargalhada das travessuras que estes heróis caipiras aprontavam. Gargalhadas que se faziam presente em sua jovem vida, já que meu avô foi colono por muitos anos da Fazenda do Chapadão e caminhou descalço por um bom tempo no caminho do Ramim lá da Mata do Santa Genebra (Campinas-SP). E ver a alegria estampada em seus olhos pela cumplicidade em relação a estes grandes "Heróis Caipiras" e seus belos "causos" me fez a neta mais feliz do mundo! Assim pude conhecer um pouco mais dessa história caipira por tantos vividos! Simplesmente belo!
Márcia M. Parma – Campinas SP

R: Márcia; nada como bons causos para promover esse encontro de gerações. Agradeço por suas palavras. Um forte abraço para você e para teu avô.


*** Orlando(....). Nunca pensei que eu fosse me tornar um herói, e sou teu herói!
Que bom que essas memória foram escritas. E você sabe o quanto fiquei entusiasmado, e emocionado!
Mesmo assim, vou te dar um carreirão, porque até hoje você não foi visitar minha chácara em Artur Nogueira.
Ve se aparece;
Nêti (Milton França) - Limeira SP

R:Olá, Nêti; ainda estou em boa forma física! a-pe-sar-de-tu-do... você merece, é claro.
Quanto a visita à sua chácara, a promessa continua valendo.

*** Foi muito divertido ler Heróis Caipiras. Fui envolvida pelos causos, pelas histórias daquelas pessoas, quer como se fosse uma delas, quer torcendo por elas, até que... tudo acabou de forma tão melancólica e eu senti bastante. Por que essas coisas acontecem com gente tão pura? Quando li "A Entrevista", fiquei muito comovida. Fiquei temerosa com o que o Tõe Vieira teria de enfrentar a partir de então.
Você escreve sobre coisas dos anos 60 e 70 basicamente; como você vê Birigüi na atualidade?
Melissa Sitton – Campinas SP

R: Pois é, Melissa;
O que aconteceu ali com aquelas pessoas, aconteceu praticamente no Brasil inteiro naquela época, e em muitos lugares continua a acontecer ainda hoje.
Saí de Birigüi em 1980. Só vou lá a passeio, em casa de amigos e parentes, mas continuo sentido a mesma energia afetuosa de sempre. O município tem uma economia bastante sólida, ressentindo apenas com as variações negativas no mercado calçadista, que é seu forte. A agricultura, e a agroindústria de um modo geral, estão bastante desenvolvidas e com boa participação na riqueza local. Educação e Desportos sempre foram questões que mereceram atenção de seus governantes. Pelo pouco que tenho observado, creio que a cidade precisa investir mais em proteção ao meio ambiente, no turismo rural, na criação de espaços públicos de convivência urbana e em saúde, especialmente em relação a doenças ocupacionais, para não depender de outros municípios como ocorre hoje. É muito importante citar que a taxa de desemprego para os profissionais do ramo calçadista é praticamente zero, exceto em épocas de crises pontuais.


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