Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
77 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 57395 )
Cartas ( 21182)
Contos (12616)
Cordel (10141)
Crônicas (22260)
Discursos (3139)
Ensaios - (9065)
Erótico (13414)
Frases (44153)
Humor (18595)
Infantil (3853)
Infanto Juvenil (2804)
Letras de Música (5476)
Peça de Teatro (1320)
Poesias (138563)
Redação (2942)
Roteiro de Filme ou Novela (1055)
Teses / Monologos (2409)
Textos Jurídicos (1926)
Textos Religiosos/Sermões (4945)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->Sem espera -- 16/04/2007 - 00:41 (MARIA CRISTINA DOBAL CAMPIGLIA) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Sem espera



Caminha a autoconfiança dos ponteiros,

como lei- como verdade,

ajudando a acreditar que o Tempo existe.



É uma lenda arquitetada, ensimesmada,

como barra que cutuca o pensamento :

como regra de xerife autoritário.



Bastaria eliminar a corda ou pilha

e teu som, relógio amargo- se esvairia...

Mas a alma desse Velho te imporia...



Vão os dias, vai o ano, vai a noite.

Vai a Vida : vai com ela a impaciência.

Para coisas irrisórias, quem se vai é a paciência.



E eu te guardo – ao menos tento-

como flor que se recusa a perder pétala.

E ignorando o tic e os taques...



eternizo tua presença.

Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui