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Cartas-->COMO PODERÍAMOS ACEITAR UMA VERDADE TÃO INVERÍDICA? -- 09/08/2003 - 16:43 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

“... pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste... mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios” ( II Pedro, 3: 5-7).

Assim foi contada a história:

“No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas. (Gênesis, 1: 1-2). Essas palavras afirmam nada mais do que: havia apenas aquele amontoado e água sob total escuridão, e o espírito de Deus está sobre as águas. No primeiro dia, Deus teria criado luz sobre aquele abismo de pura água (Gênesis, 1: 3-5). “E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi. Chamou Deus ao firmamento céu” (Gênesis, 1: 6-8). Imaginem: metade das águas por cima, metade por baixo, e uma expansão sem nada no meio, que teria sido chamada de “céu”. No terceiro dia, é que fez aparecer, no meio das águas que estavam “debaixo do firmamento”, a porção seca, que chamou “Terra” (Gênesis, 1: 9-13). Essa porção seca poderia ser bem descrita como um disco em cima das águas. Essa dedução é muito simples, quando lemos no Profeta Isaías “círculo da Terra” (Isaías, 40:22), e Yavé teria proibido fazer imagens do que há no céu, na terra e “nas águas debaixo da terra” (Êxodo, 20: 4). Que criam ser a Terra plana ficou implícito, mas claramente, quando um dos apóstolo disse que Satanás levou cristo ao cume de um monte muito alto e “mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles” (MATEUS 4:8). Isso seria impossível em um mundo esférico. Nos dias cristãos, ou mesmo antes, já se falava em “quatro cantos da terra” (Ezequiel, 7: 2; Isaías, 11: 12; Apocalipse, 7: 1), quer dizer, já não viam a Terra mais de forma circular. E esse pensamento perdurou até o ponto de o navegador Fernão de Magalhães questionar: “A igreja diz que a terra é quadrada, mas eu sei que ela é redonda, porque vi sua sombra na lua. Tenho mais fé em uma sombra do que na igreja.” Mas depois de tudo pronto, conforme narrado no primeiro capítulo do Gênesis, vejam como era visto o universo. “Prende as águas em suas densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas” (Jó, 26: 8). Para eles, como devia ser para o resto do mundo de então, as nuvens eram algo como lençóis, sobre os quais Yavé prendia as águas. Era admirável como o peso das águas não rasgava as nuvens. E os astros, estrelas, planetas, cometas, asteróides, etc.? No quarto dia da criação teria ocorrido o seguinte: “E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi. Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas” (Gênesis, 1: 14-16). Tais quais nossos ingênuos olhos nos apresentam os astros, a palavra divina de Yavé diz que foram feitos os dois grandes luminares, a saber, o Sol e a Lua, também “as estrelas”. Estas são muitas, mas coisas minúsculas, capazes de cair pela terra. Era exatamente essa a visão do “filho do deus vivo”, o Jesus de Nazaré, que teria afirmado que, precedendo o seu retorno à Terra, “as estrelas cairão do céu” (Mateus, 24: 29). E um tal João, inspirado pelo deus onisciente, teria visto as estrelas caindo “sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes” (Apocalipse, 6: 13). Qualquer estudante de segundo grau sabe que não seria possível as estrelas caírem sobre a Terra. Análises científicas informam que um corpo com menos de vinte e seis mil vezes o tamanho da Terra não tem capacidade de se tornar uma estrela. O mais intrigante é que, após todas essas provas de que a tal palavra divina continha os mais primários enganos, ainda vemos hoje, no Século XXI, pessoas dizendo que a Bíblia não colide com a ciência(?????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!), e tanta gente querendo nos convencer a crer que as estrelas irão brevemente cair sobre a Terra e aquele Jesus irá aparecer nas nuvens dos céus com poder e muita glória para buscar esses propagadores dessa “VERDADE” tão infantil quando esperar um papai noel na noite de 25 de dezembro (!!!!!!!!!!!!). Eu acreditei nisso enquanto nunca tinha vista falar sobre o tamanho do Sol, sobre a forma e o movimento da Terra. E, quando comecei a entender isso, ainda tentei encontrar um meio de harmonizar aquelas afirmações primitivas com essa realidade tão oposta; mas foi impossível. Mas fico às vezes pensando como só poucas pessoas enxergam isso como eu, ao passo que tantas pessoas, algumas até de inteligência inegável, são capazes de aceitar essas idéias paleolíticas. A EVOLUÇÃO ESPIRITUAL
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