Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
164 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 58677 )
Cartas ( 21225)
Contos (13001)
Cordel (10257)
Crônicas (22150)
Discursos (3159)
Ensaios - (9335)
Erótico (13465)
Frases (45881)
Humor (19090)
Infantil (4324)
Infanto Juvenil (3494)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1335)
Poesias (137799)
Redação (3032)
Roteiro de Filme ou Novela (1059)
Teses / Monologos (2423)
Textos Jurídicos (1940)
Textos Religiosos/Sermões (5387)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->TJN - 009 = De cor -- 10/03/2007 - 14:44 (TERTÚLIA JN) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
. Talvez o mais importante acordo ortográfico entre o Brasil e Portugal tenha sido aquele que foi estabelecido em 10 Agosto de 1945.

O último acordo foi assinado em 16 de Dezembro de 1990 e nele já participaram também Angola, Moçambique, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau.

Os Estados signatários deveriam tomar as providências necessárias com vista à elaboração de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas.



Todavia, no corrector ortográfico dos nossos computadores continua a existir a escolha opcional entre o português de Portugal e o português do Brasil.

Lamento muito que seja assim!

Por isso não sei se esta rápida e fugaz intervenção sobre as excepções estabelecidas no referido acordo para as palavras homógrafas e oxítonas, no que respeita ao uso do acento gráfico, num espaço de poesia, será inteiramente compreendido.



Aqui fica, com o meu pedido de desculpas



De cor



Conheço do mar a cor

Nos dias de céu cinzento

Mas ainda sei melhor

A cor do meu pensamento



Sei de cor do mar a cor

Nos dias de tempestade

Até sei a cor de cor

Duma vida sem idade



Só não sei de cor o quanto

Custa uma vida perdida

À procura dum encanto

Que não dura toda a vida.



Se de cor usasse acento

Ou a cor um chapéuzinho

Ninguém estaria atento

Ao comento do vizinho.



António José Pereira da Mata

ajmata20@clix.pt
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui