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Cartas-->REFORMA PREVIDENCIÁRIA - A IMPOSIÇÃO TOTAL -- 30/07/2003 - 09:39 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

"PT fecha questão a favor de relatório A Executiva Nacional do PT, reunida nesta terça-feira em Brasília, fechou questão em torno do relatório da reforma da Previdência e criticou a ameaça de greve de juízes estaduais e do Trabalho para pressionar por mudanças no texto. O relatório do deputado José Pimentel (PT-CE), aprovado na semana passada pela comissão especial que analisa a reforma na Câmara, deve ser colocado em votação na próxima semana. A executiva aprovou quatro resoluções: defesa do voto em plenário a favor do relatório de Pimentel; crítica à posição dos juízes em relação à reforma; acompanhamento de ajustes no texto; e, apoio a iniciativas para inserir 40 milhões de pessoas no sistema previdenciário. Com a reunião desta terça-feira, que mantém as decisões tomadas nos dias 12 e 13 de julho pelo Diretório Nacional do PT, os deputados ficam obrigados a votarem a favor da reforma. “Se um deputado não votar o relatório, quando o partido fecha questão, ele está unilateralmente se afastando do partido”, afirmou o presidente do partido, José Genoino. Na avaliação de Genoino, o grupo de 28 deputados que assinaram documento criticando pontos da reforma também irá votar a favor do texto. “Considero que essa possibilidade [de voto contrário dentro do PT] é muito restrita hoje. Eles [o grupo dos 28] vão votar na reforma da Previdência. Vocês vão ver”, disse. O presidente do PT preferiu não se pronunciar sobre a possibilidade de os deputados considerados “radicais” Babá (PA), Luciana Genro (RS) e João Fontes (SE) desrespeitarem a decisão da legenda, dizendo que o assunto estava “superado”. No entanto, contabilizou como favorável o voto de Lindberg Farias (RJ). “O Lindberg vota a favor”, disse Genoino. A senadora Heloísa Helena (AL), que integra a Executiva e é contra a proposta de reforma, não compareceu à reunião. Ajustes O deputado Walter Pinheiro (BA), um dos articuladores do grupo dos 28, mostrava-se insatisfeito ao deixar a reunião. O objetivo dele era abrir negociação sobre alguns pontos da reforma. O grupo quer que a paridade se aplique também às gratificações, que se aumente o valor das pensões para R$ 2.400, que os fundos de previdência complementar sejam públicos e que haja regras de transição para os atuais servidores que estão para se aposentar. As reivindicações, no entanto, foram barradas pelo ministro José Dirceu (Casa Civil), que participou como convidado da reunião da executiva. “O governo vai defender o relatório do deputado José Pimentel no plenário”, disse o ministro, ao deixar o encontro. Dirceu comunicou à Executiva Nacional do PT que o governo contabiliza votos suficientes a favor da reforma e desaconselhou que a bancada apresente destaques em plenário ao texto. (Estado de Minas, 30/07/2003) http://www.uai.com.br/uai/noticias/agora/politica/52913.html Mais uma vez ficou clara a forma ditatorial de agir do ex-companheiro: quem se mantiver fiel ao verdadeiro PT estará excluído do governo.

PREVIDÊNCIA - HÁ MUITAS COISAS POR TRÁS.

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