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Infanto_Juvenil-->Falando com Deus -- 14/08/2003 - 21:49 (Domingos Oliveira Medeiros) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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Creio em Tudo o que DEUS Revelou
(por Domingos Oliveira Medeiros)

A plenitude da unidade desejada por Cristo. Haverá, sempre, caminhos e caminhos. Retornos. Desvios. Paradas. Desistências.

E haverá sempre o milagre do amanhecer. Que, de certa forma, seria sinônimo de perdoar. No sentido do “apagar a borracha”. E iniciar a escrita de uma nova página. De uma nova vida. Com novos costumes. E novas atitudes.

Que bom é acordar para o sol que brilha! Que fazia tempo que a gente não via. Seus raios, que antes nos incomodavam, parecem, agora, suavizar o encolhimento de nosso rosto. E passamos a ver o sol com outros olhos. Com os olhos da fé. Com os olhos da esperança. Logo a fé, que não se vê. Que apenas se sente. Quando se é abençoado.

E tanta gente perdendo tempo com leituras que não leva a lugar nenhum. Como certos caminhos que dissemos no início. Que não levam em conta a Verdade. Que é única. E eterna. E que não pertence a este plano da vida.

“A verdade do cristão é salvadora precisamente porque não resulta de profundas reflexões humanas, mas é fruto da revelação de Jesus Cristo, confiada aos Apóstolos e aos seus sucessores, o Papa e os bispos, e transmitida pela Igreja como canal divino, como a assistência constante do constante do Espírito Santo. Cada geração recebe o depósito da fé, o conjunto de verdades reveladas por Cristo, e transmite-o íntegro à seguinte, e assim at´pe o fim dos tempos.

Guarda o depósito que te foi confiado, escrevia São Paulo a Timóteo. (I Tim 6, 20).

(...) O diálogo ecumênico não consiste em inventar novas verdades, nem em alcançar um pensamento concorde, um conjunto de doutrinas aceitos por todos, depois de cada um ter cedido um pouco. A doutrina revelada não permite composições, porque é de Cristo, e é a única que salva. O desejo de união com todos e a caridade não podem levar-nos – deixaria de ser caridade – ‘a amortecer a fé , a tirar-lhe as arestas que a definem, a dulcificá-la até convertê-la, como pretendem alguns, em algo de amorfo que não tem a força e o poder de Deus’ “

Não cabe ao ser humano relativizar a verdade sobre os ensinamentos e mandamentos que recebemos de Cristo. “A verdade que recebemos do Senhor é uma, imutável, íntegramente conservada nos começos e através dos séculos”, não havendo espaços, portanto, para tentar modifica-la, ou desmenti-la, total ou parcialmente, no pressuposto, ainda que inconsciente, de torná-la tão modificada, ao ponto de “aceitar dela somente aquilo que pareça conveniente, pois ‘qualquer atentado à unidade da fé é um atentado contra o próprio Cristo’

(...) A Igreja, mestra, não inventa a sua doutrina; ela é testemunha, guardiã, intérprete, meio; e naquilo que se refere as verdades próprias da mensagem cristã, pode-se dizer que é conservadora, intransigente; e a quem lhe pede que torne a sua fé mais fácil, mais de acordo com os gostos da cambiante mentalidade dos tempos, responde-lhe com os Apóstolos: Non possumus, não podemos (At 4, 20)”.

Finalmente, vale retransmitir a afirmação de Paulo VII, segundo o qual torna-se mais que indispensável, para os que seguem a Cristo , conhecerem a natureza da Igreja.

“E este conhecimento é deveras importante – especialmente para nós , católicos - quando são tantos os erros, tantas as idéias inexatas, tantas as opiniões particulares que circulam nas discussões do nosso tempo”. Quanta ignorância, quantos erros! Muitos esquecem ou desconhecem que ‘a Igreja é um mistério, não só na profundidade da sua vida, mas também enquanto realidade não apenas humana e histórica e visível, mas divina e superior à nossa capacidade natural de conhecer”.

“Num tempo como o nosso, em que proliferam os erros doutrinais, o sincretismo, as religiosidades vagas, servidos por meios de comunicação igualmente desorientados e à busca do exótico, é necessário dizer com fé ardente e reparadora:

“Creio em tudo o que Deus revelou”

Do livro “Falar com Deus” – Festas litúrgicas e Santos (1) – Volume 6 – Francisco Fernandez-Carvajal – Editora Quadrante - 1991
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