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Cordel-->II - Interação - Qui fejuada qui nada! -- 16/09/2009 - 08:43 (Airam Ribeiro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Qui fejuada qui nada Lió
Eita qui amô arretádu /// Têm êssi puéta Airam /// Mêrmu adispôis di finado /// Qué saí tôda manhã /// Andânu di bráçu dádu /// Cá sua muié di ládu /// Anssim êu fícu sêu fã ============ Êli góista das maçã /// Das muié namoradêra /// Dévi sê du talibã /// I pódi fazê bestêra /// Nóvi mês, pódi isperá /// Quêli vái ingravidá /// Um bucádu di cavêra =========== Nas nôiti di seixta-fêra /// Sêli num ficá inssôssu /// Vái fazê as brincadêra /// Dévi di sê um colôssu /// Uma bânda di pagódi /// As cavêra si sacódi /// Inté ispaiá os ossu ====== Adispôis díssu êssi môçu /// Qué bastânti camaráda /// Vái prepará u armôçu /// Cum qui juntá di ossáda /// E cuma é múitu decênti /// Inté convidô a gênit /// Módi cumê fejuáda ============= Bravíssimo grande poeta. Bênçãos!

Claraluna

Cumpadi, ocê viu o que cumpadi Liodoro disse? Vai fazê fejuada di nóis. Ocê num vai subi essa participação dele? Oxente, isperano o quê? Beijus, Hull
Enviado por Claraluna em 13/09/2009 11:20
para o texto: Eu sei qui vô te amá- AR/CL (T1805888)


Airam Ribeiroi

Qui fejuada nada Lió

Larga de falá bestêra
Cumpadi Lió Morá
Eu amo a minha cavêra
Derdos véios carnavá
A cavêra do Airam
Nunca foi do Talibã
Do Brazí é naturá.

Esse amô é véi e antigo
Nóis tamo aqui sempi junto
A carnêra é nosso abrigo
Na cidade de pé junto
Nossos osso se sacode
Dançamo quarqué pagode
Se dos bão fô conjunto.

Mais óia aqui camarada
Retira o qui cê falô
Essas duas nossa ossada
Nunca nunca se apartô
Se na terra nóis foi amado
No xão nóis tamo ligado
Como dois pombo avuadô.

Nun gostei do seu pretexto
De vim aqui fazê zuada
Nossos osso no contexto
Nunca irá cê fejuada
Sei cocê é um bom minino
E é cabra nordestino
Mais respeito meu camarada!

A caveirinha ta sintida
Mandô eu aqui vim defendê
Quando sobe de partida
Dos seus falatóro trelelê
Nóis nun qué cê fejuada
Sua cunversa é gozada
Nun vamo li dá esse prazê.

Cê ta fazeno um agôro
E qué cumê fejuada?
Passa lá no matadôro
E pega lá umas ossada
Morreu o jegue véi do prefeito
Os osso ta lá no jeitio
É só da u’a requentada.

Na terra nóis era vivente
Eu e a cavêra meu bem
Nóis vivia cum muitia gente
Sem disrespeitiá ninguém
Se hoje somo ossada
O teu dia ta na estrada
Tamo te esperano no além.

Airam Ribeiro
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