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Cordel-->*FECHARAM A FÁBRICA DO AMOR* -- 02/06/2009 - 19:27 (Sonia Nogueira - *sogueira*) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
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*Fecharam a Fábrica Amor* Quando olho o mundo atual De amores passageiros sós Distante do amor sem rituais Vítimas os dois como algoz Juntos, dispersos, desiguais Distante da palavra e da voz O sentimento virou concreto Quem tem mais para oferta Depende do olhar no boleto Para o sim que se desperta Caso contrário rumo deserto A tolerância desce da reta Vem o contrato às pressas Caso as cousas desande Passam borracha nas regras Até que as cousas se abrande Leve o menino sem tréguas A menina comigo sem mande Vamos discutir o cardápio Quem vai depender de quem Ah, meu deus do esculápio Ninguém vê os filhos que tem Nem o Deus do escapulário Resolve a questão no além O amor onde esteve afinal? O que é isso santo senhor! Falou o juiz no tribunal Para reconciliar desamor Isso doutor já é trivial Resolva logo e já me vou Novos amores surgiram Outros e outros em surdina Mais um e outros partiram Roubaram o amor da menina Nunca mais os olhas riram Os dois solitários que sina... O colorido fica desbotado O abraço sem força ruína Na boca o beijo secado O tempo passa não declina Ah, se o amor fosse ouvido Seria eternidade, uma mina Que seja amor força maior O zelo, atenção, a carência De outra mão ao redor De outro corpo querência De dois uno pra compor Amor terno sem falência Sonia Nogueira

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