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Poesias-->PRESSÁGIO -- 31/01/2000 - 21:25 (antonio temoteo dos anjos sobrinho) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
PRESSÁGIO





“ as agourentas corujas grazinavam. Tremi.”


Coelho Neto, Sertão, p. 144.





Tens a mi’ha cama concubina,


um reino sem rainha ou rei,


sem lei, também sem disciplina,


com a liberdade que aspirei.





Quero o prazer de tua presença,


teus devaneios tão lacivos,


o bom senso em convalescença


e os encontros, facultativos.





O teu recato complacente,


bem, a estudada ingenuidade,


o cio do ventre da serpente


na antevisão da tempestade.





Mas, certo que ao longo dos anos,


dos teus vícios adulterinos,


dos perjúrios, dos desenganos


e dos caprichos mais cretinos





virá, com certeza e desdém,


berrar, como faz muito bem:


meu bem p’ra lá... meu “bem” p’ra cá.;


Meus bens de lá, meus bens p’ra cá.


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