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cronicas-->O Barão Azul -- 22/12/2002 - 16:18 (Thomaz Figueiredo Magalhães Neto) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Estou me divertindo muito com os pernilongos. Aqui no Itaim-Bibi eles são da melhor qualidade, com criadouros de primeiro mundo. Num raio de cinco quarteirões temos, fora o Rio Pinheiros, restaurantes com La Trainera, Rubayat, todos os do grupo Fasano da Rua Amauri, uma meia dúzia de casas de suchi, e ainda os restaurantes por quilo, com a fartura que os executivos do bairro exigem.

Já no comecinho da noite abro as janelas do meu apê, acendo as luzes, e vou dar um voltinha, para deixa-los - os pernilongos - mais à vontade. E desprevenidos, é claro. Nunca lhes falei, mas sempre quis ser piloto de caça, naqueles aviões da Segunda Guerra. Dou cordas à minha imaginação, que não é pouca, e volto com minhas latinhas de aerosol.

O Céu está infestado de aviões inimigos, entro em meu Thunderbird com motor radial de 16 cilindros e 1800 cavalos e decolo atrás deles. Não é falta de imaginação não, mas nessas aventuras o meu nome é Barão Azul. Vocês não sabem do que sou capaz. Uso aquele capacete de aviador, casaco de couro inglês com pele, e um echarpe vermelho e branco. Coloco-me em posição de ataque e vou metralhando certeiramente, dezenas em cada missão.

Quando o céu silencia, com todos os inimigos abatidos, aterriso meu Thunderbird, para tomar um chá na cantina dos pilotos, depois de um papo com os mecànicos irlandeses e ingleses do meu avião de combate. Abro de novo as janelas que fechei para eles não fugirem, acendo as luzes e vou dar outra volta. Tem dia que faço três vezes


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