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cronicas-->uma estranha visita -- 20/07/2002 - 00:59 (Rafael Gonçales Tarifa) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Uma Estranha Visita

- Não consigo vê-la, ode será que está?
- O espetáculo já acabou e até agora nada dela.
- Que estranho, devia ter aparecido. Onde estará a menina, querido?
- Ei, espere, é ela, eu a posso ver. Está tão bela, não achas? Vamos lá falar com ela.
- Não achas que ela está triste, fala com figuras emolduradas, em uma linguagem que somente quem fala entende; está chorando!
- Filha, não chores. Não gosto de vê-la assim, nem sua mãe.
- Onde estavam, por que sumiram, por que me deixaram?
- Já estás grande, e... Bom, eu e sua mãe acreditamos que é hora de você caminhar só, querida.
- É assim, amor, pasma, pálida e em pranto nos viu partir, lembras? Chorava tanto:
- Por favor não me deixem.
- E assim nos fomos, e nos dissolvemos, como espíritos pálidos e foscos como um vapor, sumindo as poucos, e voltando para casa, sem ela; nossa casa noutro mundo.
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