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Poesias-->Fuligem Capital -- 02/06/2004 - 12:53 (José Mattos) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A escuridão das queimadas

Assola a quente manhã

Como um suplício eminente

Incinerando a esperança



Na noite as ágeis chamas

Espantam, queimam e dormem

Os desesperados seres...

Insetos, bichos e homens

Cada vez mais presas fáceis

Da busca por capital



Palavras já não dizem nada

Ante o ronco dos motores

Solapando, serrando, arando,

O manto verde impotente,

Turvando rios e lagos



A ânsia desgovernada

Buscando matéria-prima

Transforma homem em produto

Natureza em substância



Na frente vai apitando

O trem do capitalismo

Desgovernado e sem freio

Nos levando para o fundo,

Do fundo mais fundo do abismo



Nos resta gritar chorando

Como boi no brete de abate













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