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Poesias-->Carnaval -- 27/10/2000 - 22:15 (Gabriel Oliveira Antunes) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Lança-perfume

aos céus azuis

de fevereiro.

Toquem músicas bem alto

e que ninguém fique parado,

pois hoje sou Rei,

mesmo que pobre,

mesmo que bêbado.



O tempo,

vento incesante,

leva tudo que há

de volátil.

Sobram as cinzas,

o barraco,

o ronco e a dorzinha no estômago

além do morro

(onde morro).



Agora vejo que

da minha pobre vida

o carnaval

é o lança-perfume.
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