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Poesias-->porões -- 17/05/2004 - 13:32 (Luciene de Castro Cavalcanti) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Quando achei teu compromisso

do outro lado da lua,

uma lua cheia, de problemas

de orientais a coisa e tais,



gatinhei, gatinhei e me estremessi.

Desfiz-me, de ouro a pó,

solidifiquei-me do macio ao mais ígneo basalto,

desandei,de vinho, ao amaro do mate.



O meu riso levou a loucura do "ópio"...

Quebrei as vidraças

Que davam o acabar à construção.

Desatei a falsa aliança que o fazia crucial...



Agora? despe-me a lembrança

de um navio num porto inseguro, solitário.

Eu me resto, mas te detesto!

Esconjuro-te em manifesto!



Os porões, poeirões,

coisas velhas que restaram?

Desfaço-me após e à sós!

e o porquê disso, sou eu aqui e fim...
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