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Poesias-->Laivos humanos -- 11/04/2004 - 15:00 (Isaias Zuza Junior) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Quanto tenho de dizer quieto nos olhos o meu amor

e de mover gritando no corpo teu meus dedos raros

como o entendimento entre um homem e uma mulher

em tempos de guerra, tempos de ser só um cada ser...



As pessoas do mundo inventado não têm pressa de ti

não correm a mim e fazem chover os seus desejos ou

aguardar o momento mais real de seus sonhos para

acordarem de seus egoísmos e fazer amar mundo este.



Qualquer passeio que dá em curvas, que se faz em reta

é de voltar e se dar em confiança de nunca perder seus

olhos dos olhos alheios e alhures, como se sabe o amor.



E grande compreensão há do outro na lentidão seguir

que sei poder a união dos homens com suas mulheres

deter uma guerra, a falsidade, e nos unir em amizade...

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