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Poesias-->Ausência -- 12/11/2003 - 21:57 (Priscila de Loureiro Coelho) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Ausência



Tão acostumada a sua companhia

A sua pessoa, que enfeita o meu dia

Que me agito frente sua ausência

Sem que perceba, lido com impaciência

Ao inusitado que o vazio provocou

Uma saudade, ou um leve dissabor.



A tarde corre, e a noite se aproxima.

Ao procurá-lo não há nenhum vestígio

Não há você e, portanto não há rima

Reconheço o teor de seu prestígio!

Interessante a lacuna que ficou

E sem nenhuma graça este dia terminou.



É noite... E nada

Apenas um silêncio gritante

Reconheço-me agora preocupada

Tecendo conjecturas delirantes

Ah! Nem sei na verdade como estou

Apenas sei que a espera se esgotou



Decido então enviar este recado

Na esperança de chamar sua atenção

Afinal você está completamente enganado

Se imagina que não me provoca nenhuma reação.

E ao enviar meu desabafo, que ironia

Descubro que você se transformou em poesia!





Priscila de Loureiro Coelho

Consultora de Desenvolvimento de Pessoas



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