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Poesias-->Perplexidade -- 21/08/2003 - 19:34 (Paula Crisóstomo Johnston) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Sim,

olho nos teus olhos,

vejo o nada.

Uma corrente,

cujo nó,

de repente,

impede

a seguinte argola.

Um grafite,

cuja mola,

enferrujada,

alija a carga.

Um pente,

cujo dente essencial,

encontra-se partido.



Sinto,

gostaria,

de poder

encantar-te

com feitiços.

Ou apenas,

preencher,

o teu olhar,

que nada espera.

Contudo,

mesmo lastimando,

passo,

enquanto

ficas.

Rasgo,

qualquer certeza

de um dia,

vir a ter saídas.

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