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Poesias-->As Pontes -- 03/08/2003 - 20:14 (MARIA PETRONILHO) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos








Vejo o sol que amanhece no céu sereno.







A terra canta em silêncio nas margens do rio



se pontes servirem de passagem entre margens







que não transpostas a ferro e fogo



em violento desafio, pela arrogância de dizer eu venço,



eu tenho, eu mando - eu mando! - eu posso.;



de nada servirão. Que caiam inteiras.







Para que as pontes entre os que não procuram o encontro?







Mero engano de que rio.; mero engano por que choro



com as vítimas inocentes deste jogo



jogadas como peças no desumano desvario.







No horizonte envenenado de cinzento o sol renasce entretanto



escondido, esquecido seu ouro vivo de sempre-eterno encanto







5/4/2003



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