Usina de Letras
Usina de Letras
48 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63499 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51998)
Humor (20212)
Infantil (5649)
Infanto Juvenil (5007)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Quatro de paus -- 26/07/2003 - 16:38 (Paulo Bruekers Oliveira) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Perduram-me esta noite meus milésimos de suicídio

Dos milésimos que todo médio homem tem de sua vida mediana, pesada na tormenta mental de se ver, e se ver no tártaro do interior.

Noite fagulham-me elétrons das feridas.



Em berros surdos indicam a rota do errado, do perdido.

Juventude do corpo é a agonia da alma, apta ao velho corpo, nosso futuro certo sepulcro.



Aí no mundo dos mortos, quem é que vê ao jovem olhar?

Quem escuta das palavras em desvio?

Quem escuta das palavras em desvio?

Que para o passado entender o futuro, não é difícil... é impossível.

Ria atenção a palavras que emanam panteras em labirintos de fogo?

Atenta? Vê miragens, mas não panteras, nem labirintos.

Das panteras tomam arranhões,

E dos labirintos encontram a saída.

E do instinto mata o novo,

Mata, a murro, o crescimento.

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui