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Poesias-->Conflito real -- 27/06/2003 - 11:43 (Conceição Di Castro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Semprei amei como na infância,

Quando quis os limites transpor,

Disseram que estava com muita ânsia.

Enguli meu despudor e soprei o ardor

Para não ficar em dissonância.



Com a vida fui combinando,

Aplaquei o desejo de arder em flamas.

Meu fogo foi morrendo,

Acabei como as florestas em chamas.



Agora, apareces e quer minha ardência,

Que deixe meus recatos,

Fazendo a fênix ressurgir sem clemência,

Num momento, sem esperar os preliminares atos.



Assustei-me por tamanho ardor,

Que há muito não sentia.

Alvoracei-me e perdi-me em dor,

E vi como a vida a mim mentia.



Meus lábios se fecharam,

Meu corpo estremeceu.

A ânsia e o medo atrapalharam,

E o tempo escureceu.













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