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Poesias-->SILÊNCIO -- 17/06/2003 - 00:47 (Morgana Meirelles) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


SILÊNCIO



O silêncio chegou de salto alto

E sem cerimônia

Sentou na minha poltrona,

Veio em visita de cortesia

Sabia que eu carecia de sua

Companhia



Silêncio de tantas nuances

De emoções divididas,

De incontestável tirania,

É arte que ninguém imita

É arma de mortal pontaria



Plantado no esquecimento

Ou na covardia,

É sentimento que palpita

Na dor que fere corações

Ou no alívio do calar dos canhões



É dor infinita enquanto decisão,

Quando feito em ausências

Na solidão cheia de carências,

Não há nada que se compare a dor

Do silêncio do amor



É tortura sem igual, é aflição sem par,

É dor que exaspera, que desespera,

A do silêncio da espera

Não há sofrimento maior nesta terra



Mas há também alegria e paz

No silêncio das horas mortas,

Do mar em calmaria, na harmonia,

Das bocas coladas, de mãos unidas,

Da compreensão e do perdão



Silêncio antigo, amigo ou carrasco,

Silêncio sem fim

Só me resta esperar em oração,

Que tenhas compaixão de mim



MORGANA



Rio de Janeiro, 16/06/03



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