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Poesias-->ESTIGMA -- 23/03/2003 - 19:27 (Morgana Meirelles) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
ESTIGMA





Na face o espanto reflete

A visão do teu rosto quase

Esquecido,

Esmaecido,

Pelas brumas da memória



Na alma o pânico,

Desta visão fora de hora

Perdi a noção do agora,

Sem meu chão volto a ser vítima

Do teu estigma,



Cicatriz maligna

A me seguir à trilha

Que o teu desalento

Eternizou como tormento,

Inferno que alimenta teu talento

Dos restos de um momento

Que fostes vítima e carrasco

Do teu próprio asco



Já me fiz ausente,

Água corrente,

Tranqüila e liquida,

A seguir em frente

Nunca fui semente

Para tua alma demente



Se me cultivastes, como

Raiz insensata a semear

Flor e fruto,

Da tua consciência doente

Fica em paz



Há muito encontrei

Outro rapaz,

Que me ama demais

E me fez absoluta e pura

Sem estigma,

Me envolveu num manto de ternura,

Me mostrou a lua

E beijou minha alma nua



MORGANA





Rio de Janeiro, 15/03/03



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