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Poesias-->DUPLOS -- 23/02/2003 - 23:28 (JOSE GERALDO MOREIRA) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Todo o tempo de mundo

passa dentro desta casa.

Meus passos são torvelinho

de desastrado bailarino.

A solidão da vulga lua

nas janelas fechadas esta maruflada.



Passeio dentro dos espelhos

espalhados pela morada

cheia de quinas e cantos.

Algo é só refugio

algo é só descobrimento.



ásperas bordas surgem do nada.

Sons ocultos na arca libertam-se.

Algo em mim é firmamento

eu sou remorsos

outra parte é carne fremente.



A face abrasa-se na imagem.

Eu decido, outro hesita.

Outro, pura expectativa.

Desconheço e pareço a miragem.



O tempo passa nos espelhos

até dobrar meus joelhos.

Esmoreço. Caio. Me ergo.

Descubro um que desconheço

o qual sou e nao pareço.



Farto, esqueço

Parte-se o inteiro

Relembra um

um, adormeço.



Uma aquieta-se

Outra rola insona

Ébrio, sóbrio.

Eu incógnito.



Adormeço entre raios

tempestade e bonança

frenesi e teurgia.



Um, presságios

Outro, poesias

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