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Poesias-->Tortura -- 26/01/2003 - 14:42 (Arthur Nogueira Lazaro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


A carne é arranda dos ossos como lã da ovelha

A dor já se faz presente nesses últimos atos

Os braços esticados, as pernas latejando

O rosto suado de fronte para o sol

Queimam o corpo castigado pelas chibatas

A faca no pulso, o sangue escorre e cai no chão

A faca, na perna, perfura e solta o grito

A faca no rosto, e o cuspe na outra face

Aliviam as cordas e se coloca de frente

Os carrascos sedentos de ódio se preparam

O povo delira e se delicia com tudo isso

A primeira lança e o primeiro golpe

O estômago e perfurado e um gancho o abre

Gritos na platéia e ovações de mais

O ombro, um outro grito e as nuvens no alto

Anunciam chuva e purificação de fé e devoção

E mesmo com tudo se perdendo ainda tem força

De ver Deus nos céus sorrindo com tudo aquilo

E de rezar por ele, pois o descanço chegou

A lança no peito e a lágrima no chão

Deus e seus barço abertos paa receber

A chuva e sua furia para acabar com os impuros

O inferno aumenta e sua população em guerra

Chifres e rabos compridos por bosques arcanos

Pentagramas e sacrifícios de inocentes

A oferenda a Belzebu e sua corja de demonios

Sondam as mentes dos fracos e despotegidos

Mas os anjos são belos e destemidos

Matam sem dó a corja de Lúcifer numa batalha santa

Sede e vitória.

Calma e corpos espalhados.

Dor e sofrimento.

Da terras vieste e para ela retornarás.
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