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Poesias-->ninguém percebe nossos desaparecimentos -- 12/01/2003 - 21:06 (CARLOS PARÁ) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
ninguém percebe nossos desaparecimentos

e eu te apuro sem apuros

sem espantos

entras

(entranhas distraídas) e me dissolves

és a chave dos rios sem foz

abrindo afluentes no meu sonho

renovas a vida com águas noturnas

a envolver e a fundir verbos íntimos na saliva

do tempo esquecido

de um não-lugar

passado-futuro

incendiando rastros

riscos

correntezas

conjunções ocultas

eliminando vestígios do poema perfeito que não usamos

palavras (elas estão presas, submissas

às eternas combinações iludidas de sentidos)

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