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Poesias-->Sobre o meu retrato -- 29/12/2002 - 15:27 (joão manuel vilela rasteiro) |
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Eu sou o hóspede, a luz que habita o corpo.Eu sou o sexo que habita
o Todo, aquele sobre quem o Todo se lapida, o primogénito entre bilhas
de barro e a memória, a anterior ao Todo.Ele(hóspede) é amaldiçoado
por três deuses,ainda que exista só ele, pois ele é o arco ogival.Sou a
semente numa cápsula de ferro invisível unido ao reflexo Daquele que é
invisível.Mal aventurados os corpos que choram, porque os hóspedes fica-
rão arrasados.Eu arrumo e desarrumo a ferrugem e olharei o coração dela.
Sou incompreensível e habito o que não pode ser compreendido.Habitar o
teu corpo que é o meu.
in,Revista OFICINA de POESIA-nº1-II Série,2002 |
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