Usina de Letras
Usina de Letras
56 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63502 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51999)
Humor (20212)
Infantil (5650)
Infanto Juvenil (5008)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Essência -- 18/12/2002 - 02:58 (lilia diniz) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos






Impregnado em meu

corpo

Trago o cheiro doce do

cedro

Nas minhas magras

veias

O que corre não é

sangue azul

nem vermelho é

puro azeite de babaçu



Minha pele

foi tecida

pelos bilros de

minha avó “Baita”.

Meus olhos esbugalhados

foi mãe da lua

que alumiou

com o triste canto da

rolinha fogo pago

fogo pagô! fogo pagô! fogo pagô!



O pulsar da

minha vida

tem um ritmo

traçado

pela dança da

mão de pilão

Meu riso frouxo

nasceu

das cantigas de

cordel

à luz das lamparinas

brincadeiras de roda

cair no poço e

pulando corda



Forjada nas

farinhadas

nos engenhos de

rapadura

e nas debulhas de

feijão.

Mesmo saindo do

mato...

Ele não!

permanece dentro

de mim

grudado que nem

mucuim.

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui