Usina de Letras
Usina de Letras
37 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63502 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51999)
Humor (20212)
Infantil (5650)
Infanto Juvenil (5008)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Poema numa manhã de inverno -- 30/07/2000 - 11:45 (Brenno Kenji Kaneyasu Maranhão) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


São por vezes gris e frias as manhãs

nestes tristes e vazios dias que passam

E por vezes é tão triste a voz dos pássaros

que pergunto: serão eles, amanhã,

uma lágrima a cair de outros pássaros?



É por vezes numa gota de orvalho

que avisto meus dois olhos pequeninos

E por vezes já não penso, já não falo

vendo quieto, com meus olhos de menino,

minha vida numa gota de orvalho...



Paro e escuto no silêncio que me é caro

um soar indiferente, um ritornelo

repetindo amargamente, com descaso

uma vida - a mesma vida que não quero:

"pára, escuta, aceita a vida, existe e cala-te"



Paro, escuto a voz dos pássaros e calo-me

nesta triste manhã fria de inverno

Todavia, escuto a voz dos que se calam

no silêncio e me observam tristes, sérios

para então lhes confortar com um vivo e claro:

"Não, eu vivo! Vivo a vida, sonho e quero!..."





© Brenno Kenji

29.07.2000













Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui